• Uma entrevista sobre Verdades e Solos
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” no Jornal da USP
  • A verdade lançada ao solo, de Paulo Rosenbaum. Rio de Janeiro: Editora Record, 2010. Por Regina Igel / University of Maryland, College Park
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” por Reuven Faingold (Estadão)
  • Escritor de deserto – Céu Subterrâneo (Estadão)
  • A inconcebível Jerusalém (Estadão)
  • O midrash brasileiro “Céu subterrâneo”[1], o sefer de “A Verdade ao Solo” e o reino das diáforas de “A Pele que nos Divide”.(Blog Estadão)

Paulo Rosenbaum

~ Escritor e Médico Writer and physician

Paulo Rosenbaum

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Tudo precisa mudar tudo: a utopia como medida.

28 sexta-feira jan 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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Tendemos a mistificar o mundo material e desmistificar a transcendência: endereços errados. É só mais uma pequena prova de que tudo, precisa mudar, tudo!

Pois não acho que a vida seja, conforme Ortega Y Gasset “puro acontecimento”. O espírito pede, também, sentido. Vou reformular: para ele, espírito, só há fome de sentido.

E qual é o sentido?

Não há resposta Senhor! Há de ser descoberto individualmente, na conclamação particular de cada um, numa reza, dentro de um suspiro ou sob insônia.

Agora pode sentir? Precisamos de uma mudança fora de proporção, única, radical. Um evento como nunca houve. Estamos maduros. Acredite Senhor, estamos maduros. Faremos e ouviremos e agora é a hora.

Se isso é delírio?

Pode ser, é verdade. A meu favor e em benefício de todos, posso te demonstrar que não se pode eliminá-lo.

Pode parar de balançar a cabeça?

Não te convenço fácil, eu sei. Mais ainda digo que todos, todos nós, precisamos de um pouco desta dimensão execrada aqui na América, a presença da desrazão. Numa certa proporção asseguro: sem ela não conseguimos viver.

Fui eu? Eu quem falei em desmistificação?

Sim, falei, do meio, vale dizer, do alto do meu isolamento, foi exatamente isso.  Preciso confessar: isso não me torna menos adepto da utopia. É ela. Ela é a medida certa. A medida.

Se é um lugar sem lugar não sei dizer, mas Senhor, pense melhor. A utopia é, em certa proporção, o que nos torna viáveis como sujeitos. Só assim somos ou podemos vir a ser.

Quem falou em masturbação mental?

Falei de um giro tão violento que carregasse os arredores consigo. Digo que precisamos de uma renovação para os critérios que construiram para nós, mas não por nós.

São os políticos?

Não só eles Senhor. Pode ver? Abriu o último jornal? O mundo tem sido regido pelo conceito de bolha. Bolhas sequenciais. Bolhas sucessivas. Bolhas econômicas, sociais, religiosas. Posso? Ousar perguntar? 

— Não está na hora de uma novidade?

Quem sou eu para falar assim?

Tem razão. Total razão.

Preciso resolver isso antes, antes de tudo.

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Onde está Deus?

27 quinta-feira jan 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

≈ 3 Comentários

Onde estava Deus é uma pergunta que muitos sobreviventes do holocausto (famosos e anônimos) fizeram. É comum ver a pergunta …

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alguém para israel

27 quinta-feira jan 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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alguém para israel

defenderá (que vácuo irmão?)

e poderá saber (dos povos)

e dos omissos, canhões  

quem foi quem em tua voz?

quem te deu voz?

e qual foi a defesa?

na inflamada festa dos que te destestam

só um homem opina

 aquele que sonha que Deus dorme

enquanto dínamos vão sendo embrulhados

e os fios caem, dispostos ao ódio

israel permanece, em paz ou menos

israel vive

até que os homens durem na tolerância,

alguém para israel.

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dia internacional em memória das vítimas do holocausto?

27 quinta-feira jan 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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Pois que testemunhem:

Os que socorreram

 Os que ficaram

 Os que enfrentaram

 Os carrascos (ainda vivos) das tocas

Os carrascos da vida normal que levam

Os vilões convictos

Os assassinos aflitos

 Os covardes

 Os omissos

Os contemporizadores

Os Estados silentes

Os berços vazios

Os ricos que escaparam

Os que explicam tudo

Os que dizem que é lenda

Os que explicam

Os revisionistas (e sua má matemática)

 Os ingênuos

 Os ímpios

 Os aliados

 Os heróis

 Os falsificadores

 Os contrabandistas

 Os ladrões

 Os pilhadores

 Os sobreviventes (no gemido da culpa)

 Os inocentes

 Os enforcadores

 Os pelotões,  

Os adormecidos

Os historiadores

Os produtores de cinema

Os documentaristas

e todos nós

pois a memória, 

não restitui vidas,

então não há de ser dita.

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P- O que espera de seu livro?

24 segunda-feira jan 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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Muito. Mas estou aprendendo aos poucos, diminuir a expectativa. Não tem sido fácil. E, pelo que observo, parece ser um problema generalizado dos autores.

Ontem vi o livro nas estantes de duas livrarias de um Shopping Center. Estava lá, perdido entre tantos títulos. Não há como não fazer considerações sobre o que afinal torna um livro best seller. Não que eu não desejasse isso, mas sempre penso a que custo.

Não. Não é inveja dos escritores que vendem aos milhões mas confronto comigo mesmo. A meta é produzir algo que venda? Adoraria que isso fosse um efeito colateral do talento.

Na verdade penso que seja possível adequar boa literatura aso agrado do grande público.  No meu caso, sinto um problema de apego à linguagem. A minha linguagem. Simplesmente não conseguiria produzir algo que — mesmo com sucesso — descaracterizasse os elementos simbólicos e poéticos que me são tão caros.

Um livro depois de nascido não pertence mais à voce mesmo. Mas va convencer os pais de que os filhos são autonômos.  Dá no mesmo. Voce quer ainda  saber como ele anda, e em quais companhia se diverte e mesmo diante das mais insalubres companhias ele pode estar lá, crescendo bem, saudável.

Espero que meu livro ande só. Que desloque as pessoas do conforto. E até para os que pararem na orelha que ele possa, com efeito, sentir que foi tocado.

Se trato os livros como seres vivos?

Não, não trato, mas olha que é ótima ideia.

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Pelo amor à coisa – Descubra se voce é escritor

23 domingo jan 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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As vezes escrever sem nenhum compromisso é bom. Melhor ainda se for só amor que se tem ao ir formando os textos. Nesse caso, estou mais do que convencido de que muitos podem se beneficiar ao escrever.  Mas melhor,  para o bem geral,  distinguir alívio catártico de literatura.

Que se torça o nariz para a função catártica mas ela é um forte instrumento terapêutico e, também, curativo. Ela tem até um nome na relação médico-paciente e já foi mais explorada na era anterior à psicanálise.

Uma das minhas ideias é reunir pessoas para poder comentar textos em conjunto. Enquanto isso não se concretiza fiz uma lista de algumas caracteristicas para que cada um faça sua própria investigação:

Quando escreve é facilmente distraído por qualquer demanda externa?

Quanto tempo dedica-se a formatar (= a lamber, modelar, trocar, testar, simular, acariciar e as vezes, muitas vezes, deletar) um texto?

Como seu estado mental (psico-afetivo-espiritual) afeta a  qualidade daquilo que está elaborando?

Quando está escrevendo voce pensa no público-alvo em primeiro lugar?

Quando lê o texto de outros voce imediatamente pensa nos seus?  Ou consegue compenetração para embarcar no que está lendo?

As ideias e o processo criativo surgem em algum momento específico? 

Voce obedece a intuição?  

A leitura crítica de algum colega/conhecido/amigo(a)/namorada(o)/esposa/marido pode te desestimular a ponto de voce desistir do texto?

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P-Foi difícil conciliar os fatos históricos que voce inseriu no livro com a linguagem da ficção?

23 domingo jan 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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Num romance histórico, com características de ensaio, as vezes, é mesmo difícil não ceder à tentação do didatismo. Isso quer dizer também que a narrativa nos trás ao campo do possível para cada enfoque literário que se quer privilegiar. No meu caso como não sou um teórico da literatura (e acho ótimo que estejam surgindo novos autores fora das Academias de Letras) posso apenas dizer que me esforcei para não tropeçar nestas armadilhas. Mesmo assim alguns diálogos apresentam-se (e só assim poderiam ser apresentados) como idéias e especulações filosóficas colocadas nas bocas dos personagens.

 Alguns leitores que escreveram e gostaram do livro fizeram observações neste sentido:

 Os diálogos entre Yan e Sibelius são inverossímeis pela situação em que  eles estavam

Ou em alguns trechos o livro é muito cerebral.

Ou dizem que em muitos momentos a densidade interfere no fluxo da leitura. 

São todas super bem-vindas. O que posso dizer?

Acho que eles tem razão, mas em minha defesa digo que a verosemelhança costuma desaparecer em momentos de risco e que depende muito de quem está nesta situação. Conhecendo melhor os personagens a tendência é que as pessoas possam perceber que quando se perde o controle pode ocorrer tudo, inclusive excesso de racionalizações.

 Mas algumas questões éticas que Yan e Sibelius se colocam no alto da montanha quando estavam para morrer não são mesmo processos que se resolvem só com narrativas descritivas ou de ação. Os dilemas morais perturbam e desassossegam. Há que entrar nas mentes e extrair-lhes tudo; dos sistemas filosóficos aos sonhos. Neste sentido o livro é mesmo cerebral se considerarmos que mesmo não sendo um tratado nem uma tese ele sugere temas e idéias que precisam se valer da coerência para se sustentar. Para ter a consistência que idealizei não havia como escapar do predomínio das idéias, mas isso parece não ter tirado dele nem a força das imagens nem o perfil poético.

 Alguns leitores gostaram muito dos finais, especialmente das partes I e III. Eu perguntei curioso:

— Por que?

 — Pela beleza!

 Para mim está bom.

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P – Muitas vezes seu texto apresenta uma linguagem que transita entre a prosa e a poesia. Pode comentar um pouco?

21 sexta-feira jan 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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De fato, o texto tem esta característica que voce identificou.

Minha prosa é decorrencia natural da fluidez/elaboração poética.

Mas prefiro começar comentando que sinto que meu texto contém uma mistura de estilos e estas distinções (prosa, prosa-poética, ensaio) não fazem muito sentido para fins de classificação. Isso não tem a ver com uma resistência à qualquer taxionomia literária. Num romance voce pode e deve usar todos os recursos narrativos que estiverem ao alcançe. 

Claro que, alguém como eu, que vim da poesia, sempre vai usar essa referência literária como condutora da linguagem. Uma questão de formação.  Isso significa muitas imagens. Excesso de imagens. Formatação de ideias como imagens. Minha poesia sempre ficou assim configurada. Tudo porque penso por imagens.

Essa tendência foi fundamental para modelar o enredo assim como  a construção do personagem Zult e todos os outros. Todos eles apresentam caracterizações que se destacam por processos muito particulares de linguagem. Isso tem a ver com a técnica tradicional mas muito mais com o que aprendo todos os dias coletando histórias inviduais.  Assim ficamos sabendo que cada um tem uma forma muito particular de se manifestar e que estas caracteristicas da fala são essenciais, identificam as pessoas.

Busquei aplicar esse conhecimento aos personagens. Algo muito diferente de um “estilo”, pois enquanto a construção dos perfis tem que obedecer uma verosemelhança e uma certa naturalidade, ainda que intuitiva, os “estilos” em geral são falsos, induzem ao superficial, partem de uma premissa reducionista. 

Na primeira parte o uso de uma linguagem mais formal faz todo sentido pela época histórica no qual o enredo se passa. Mas mesmo ali não existe linealidade: há momentos de poesia, de prosa poética, de ensaio, e todos eles se fundem numa narrativa muito pessoal.

Na segunda parte apesar de Yan e Sibelius estarem numa situação perigosa eles vêm de uma formação acadêmica, e frequentemente, o texto sublinha essa artificialidade. Muitas vezes eles mesmos se denunciam. Fazem auto recriminações quando se pegam sendo muito “civilizados” ou excessivamente polidos numa situação que embruteceria qualquer um. Isso até que a situação chega no limite.  Ai… só mesmo lendo.   

A terceira parte é um capitulo extenso. Continuo depois.

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19 quarta-feira jan 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

≈ 4 Comentários

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P- Qual o propósito da criação do seu blog?

18 terça-feira jan 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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O proposito é difundir meu trabalho.

Apesar da minha relutância  — pois tinha muitas resistencias em recorrer a um veiculo deste tipo para poder ter um trabalho reconhecido — concedi à realidade. 

Simplesmente não há como fazer um trabalho literário ser conhecido se voce apenas se render ao mérito das letras ou confiar na justiça poética (ela existe, mas pode ser lenta e tardia como a aplicação das leis). Não sei se há ou não este mérito no meu trabalho — ainda que prefira acreditar que sim — mas sem que  as pessoas ouçam, vejam ou conheçam o que voce faz, o que se pode esperar?

Não só os espaços das mídias são exiguos e disputados como nós autores sem inserções pré construídas não temos a menor chance já que competimos com ícones, celebridades e gente consagrada (não importa o campo original em que elas atuem) o que convenhamos diminui muito as chances de ser veiculado.

Depois fui descobrindo uma função catártica no blog e que só me aguçou a curiosidade para prosseguir num documentário que ainda pretendo organizar: investigar como se dá o processo criativo.

Este assunto me interessa como médico e  como escritor. E tudo que une as duas características temáticas são leitmotivs.

Por último diria que a construção da linguagem (assim como a desconstrução necessária para se obter o produto) torna o oficio do escritor infindo, se ele quer ter o texto cada vez mais elegante e filtrado de todo artificialismo ele precisa investir em si mesmo. Ter algum orgulho.

Não se trata de enaltecer-se ou “fazer marketing da própria imagem”. Pelo contrário, isso promove o sujeito e não o que realmente interessa, a criação. Mas se trata sim de expor-se mais, arriscar-se mais, duvidar mesmo se o que a maioria gosta não é fruto da pressão social, dos oligopólios midiáticos que ditam, explicita ou sublimarmente, o que as pessoas devem gostar, como podem se comportar, quais os critérios estéticos, éticos e semânticos que devem dominar as pautas jornalísticas.

É claro que preferiria espaços mais amplos e visíveis e isso talvez trouxesse certa visibilidade e reconhecimento que é todo autor deseja.

Encontrei esse caminho e sou grato ao pessoal da Record e da Fsb por terem dados todos os incentivos para que eu pudesse construir um espaço livre e digressivo onde posso, sobretudo, conversar com os leitores.

Mesmo aqueles que não podem me ouvir.

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