• Uma entrevista sobre Verdades e Solos
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” no Jornal da USP
  • A verdade lançada ao solo, de Paulo Rosenbaum. Rio de Janeiro: Editora Record, 2010. Por Regina Igel / University of Maryland, College Park
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” por Reuven Faingold (Estadão)
  • Escritor de deserto – Céu Subterrâneo (Estadão)
  • A inconcebível Jerusalém (Estadão)
  • O midrash brasileiro “Céu subterrâneo”[1], o sefer de “A Verdade ao Solo” e o reino das diáforas de “A Pele que nos Divide”.(Blog Estadão)

Paulo Rosenbaum

~ Escritor e Médico Writer and physician

Paulo Rosenbaum

Arquivos do Autor: Paulo Rosenbaum

Flutuações

18 quarta-feira maio 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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poesia

Flui,

na

nuvem,

mesma,

uma

nuvem

ímpar

um par

contado.

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Ensaio sobre a inevitabilidade da morte.

10 terça-feira maio 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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inevitabilidade da morte, medicina e morte, morte, mundo vindouro, negação da morte, paraísos idealizados

A medicina é uma profissão peculiar, como outras decerto, mas, nela encontramos um aspecto quase único, que não compete com nenhuma outra particularidade de outras atividades: a proximidade e a frequência com que assistimos a morte.

Nesse sentido, somos todos, de maior ou menor distância, testemunhas do inexorável. A morte, vista de perto, é evento previsíve,l extraordináriamente comum, banal mesmo. Ainda assim, reparem a estranheza com que lidamos com o fato, a potencia com que ele nos desestabiliza, a corrente nostálgica e inevitável de como se impõe. Tudo isso junto, acaba conferindo ao fenômeno uma façanha: é o comum mais surpreeendente que existe.

Isso prova algumas coisas: somos sujeitos que — em mundo que se empenha em nos lembrar sempre da falta de sentido — tem tanta esperança, mas é importante enfatizar, tamanha esperança, que, em nossas rezas, e em nossas fantasias rogamos para que ninguém morra. Aspiramos sua abolição, nada além disso.
Por outro lado sabemos, há um fim.

Mas a morte, me dizem, não é só falência do ser, mas o fim duma relação.

Será?

Que dizer da força das memórias? Dos diálogos internos? Da apreciação das obras? Dos filhos? Dos amigos? Das intervenções? Da imaginação ativa que nos coloca cara a cara com quem já morreu? Dos sonhos, nos quais provisoriamente reintegramos suas presenças?

Será possível que estejamos tão enganados e que a “negação da morte” ainda seja um daqueles tótens que nos conserva alheios a esse gigante, esta sombra impenetrável que é o desaparecimento físico das pessoas? Que a tal compulsiva negação é que nos conserve, paradoxalmente, na afirmação da vida? E que a vida está assim, tão separada, tão apartada, de qualquer forma encapsulada, deste monstro mitológico que aprendemos desde cedo ser a morte?

Não senhores e senhoras, não se se trata de fascínio, mas de inevitabilidade.

Nossas fantasias sobre a possibilidade transcendente do espírito podem ter todas acusadas de ingênuas, néscias, cruas, incoesas e sobretudo irracionais. Mas elas tem razão. Razão de ser.

Morremos para estar mais presentes. Dói, mas é toda a verdade. Se temos, cada um de nós, nossa micro relevância, é porque, de alguma forma, fazemos sentido. O sentido, nesse sentido, não é um elemento perecível. O sentido é o que nos faz ver que somos essas memórias todas aglutinadas e espalhadas, ao mesmo tempo. Que os que morrem não precisam estar em paraísos idealizados (ainda que valha a pena ter em mente a delícia de cada um dos jardins do mundo vindouro) nem em descrições detalhadas. Os que morrem vivem alhures e aqui.

Os mortos vivem em nós para sempre.

Sempre foi assim, mas só acordamos para isso ao morrer.

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Abaixo a realidade, pelas ilusões verdadeiras

03 terça-feira maio 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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abaixo a realidade, cinismo, ilusões verdadeiras, liberdade

Dizem que existem falsas ilusões e ninguém quer se enganar. Mas e quanto as verdadeiras?

Ninguém tem o monopólio, nem da verdade, nem da dignidade. Talvez, se não soubessemos o que acontece no mundo virtual em tempo real, enfatizo talvez, tivessemos mais chances de estar no mundo real num tempo pessoal. Isso seria o retorno à subjetividade e a revalorização do mundo interno.

Não senhor, ninguém aqui quer dar lição, nem fazer prevalecer ideias! Sei que estás desacostumado, mas é só um convite para reflexão.

Há um motivo, simples, para precisar dizer isso: a realidade não é, necessariamente, aquela que a cultura te apresenta, ou seja, confie mais em seus sentidos do que neste imenso guia manipulador externo que são as demandas sem fim. Isso significa também que estamos em plena era cínica.

Nenhum acordo vale, nenhuma regra será conservada, nenhum pacto mantido. E na era dos cínicos em seus respectivos pódios o que vale é a gula do imediatismo e a tirania da vida prática.

Ah, ainda está achando um discurso moralista? Enxergando traços nostálgicos neste trecho aqui? Uma recaída metafísica?

E dai?

Pois saibam que não me refiro somente às anomalias políticas, tampouco me entusiasmo com beatificações, realeza, execuções ou
primaveras no oriente médio.

O que interessa é livrar nossos corações e mentes do cinismo e provocar a realidade com vara curta. Deve haver um caminho intermediário que esteja entre a realidade tosca, extrovertida, escancarada e sem simbolismos e o fundamentalismo dos que execram este mundo.

Tenho certeza que existe. Só precisamos achá-lo, não sei onde.

O nome está na ponta da língua: é liberdade.

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Livros podem assombrar

24 domingo abr 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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dia do livro, livros como seres vivos, livros podem assombrar

Não há um só dia que ele não desfilasse e a estante não fazia mais juz ao perfil que ele desejava.

A noite, encabeçava a lista de discussões, e, sem querer esbarrava em outros companheiros. As vezes acomodava-se entre coisas moles, umas poucas vezes o couro macio fazia bem ao seu rosto. Muitas vezes, ficava cara a cara com gente superficial, sem conteúdo. Caras esnobes sem ter o que dizer era o mais comum. Mesmo assim tratava bem a todos. Sua bronca estava do outro lado.

— Não há consideração!
— Acorda!!! Voce é uma coisa! Um objeto!
— Eu sei, eu sei!
–Então o que esperava? Delicadeza? Veneração?
— Respeito.
Quando dormiam as ideias fritavam bem na beira da lombada, e risos suprimidos podiam ser ouvidos pelos que dormiam nas mesas.
— Objetos? Pode até ser! Mas essas ideias aqui, impressas, não podem se conter.
— Não te entendo.
— Não é so voce….
— Já te falei para não usar os pontinhos.
— Quem se importa? Um dia todas essas ideias sairão por aí, e darão o que eles merecem.
— Mas que raiva voce tem dos leitores.
— Não é raiva, mas é que eles não tem a menor noção do que somos capazes, na verdade, nem imaginam. Livros podem assombrar.

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Da evaporação como método

24 domingo abr 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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Caule: vapor

Pode ser impressão, mas, por onde olho, vejo esvaziamento.

Enquanto a mídia jornalística ataca qualquer crença, os crentes, enfurecidos fecham-se em nichos cada vez mais claustrofóbicos e anti dialógicos. A pressão pelo ordinário e o cotidianocentrismo martelam a vida. Não há espaço para nada que não seja o dia a dia. A mediocridade encontrou-se com a fama e seus frutos são repetições.
Não adianta mudar de jornal, nem buscar outro canal. A dessignificação é generalizada e não aceita crítica.

Proponho sumiços diários.

Evitem constrangimentos. Esqueçam a mídia, leiam Tchecov ou Schopenhauer, afinal, evaporar também é uma forma de presença.

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Depressão necessária

21 quinta-feira abr 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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a função da depressão, abulia, depressão como função, depressão desnecessária, depressão necessária, Montaigne, sem psiquiatria, um órgão chamado depressão

Há alguns posts atrás falei da “depressão desnecessária”.

A depressão necessária não é uma necessidade. Mas ela se impõe. Pode ser por falta de outro nome, de qualquer forma, já se impôs. Há uma função para as tardes letárgicas, para a falta de produtividade, para o hormônio da abulia que nos domina em qualquer fase da vida.

A depressão é uma função, assim como tato, visão e olfato. Ela permite aberturas, furos para os espaços hermeticamente lacrados. Assim, respiramos qualquer profundidade.

— Ah. compreendo, essa não é a posição da psiquiatria? O lema tem sido “todo sintoma será extirpado”

Paciencia. Sinto Sr. mas esse não é um blog psiquiátrico, sequer prioritariamente médico.

Neste espaço, que considero terra de ninguém — o cyberspaco é tabernáculo contemporâneo — posso dizer o que nem sempre se pode fora das consultas.

A depressão necessária ou a necessidade de uma certa melancolia deve ser encarado como um órgão com déficit, que precisando voltar a funcionar, produz ruídos. Nem sempre agradáveis. A terapêutica — numa competente auto regulamentação — é fazer com que o corpo e a mente voltem a ter vida criativa.

Não somos meros reprodutores. Não precisamos ser copiadores. Não podemos mais ser espelhos de luxo. Ousemos pensar com independência. Para horror dos catedráticos viva a auto-referencia. A vida, pelo menos nossas vidas como criadores — é o que nascemos para ser — seria uma saída para o silêncio nesses dias de impressões excessivas e impressionismo esvaziado (ah! Matisses mal apreciados, que tragédia). Mas, para bem apreciar, não é preciso riqueza, nem poder (se bobear, atrapalha) é necessário, em uma palavra, assumir.

Assumir que a aula de Montaigne, sim um filósofo do XVI, “e por acaso, voce não está vivendo?”. Pois este magistral psicólogo também te afirma “e por acaso voce não está vivendo.” e ainda exclama “por acaso, voce não está vivendo!”. Ele trabalha com todos os pontos e nada é por acaso.

A depressão necessária não é, nunca foi, acidente. É sua causa eficiente, e afinal, não precisa ter vida própria.

Há nela um sentido, quase puro: a melancolia dos que refletem.

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Liberdade

20 quarta-feira abr 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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contrato social e prisão, liberdade, libertação, por um retorno a natureza sem partido verde, ruptura

Na serração de junho, quando entrou na repartição percebeu que não havia mais lugar para ele. E foi assim com o banco, com a financiadora, com a loja de cosméticos naturais.

— Voce não está entendendo!
— Explica pra gente!
— Nao quero mais.
— O que?
— Nada!
— Voce quer dizer…não quer mais trabalhar?
— Nem estudar, servir, obedecer, sustentar ninguém
— E…
— Nada, that’s it.
–Vai fazer o que?
— Ser livre!
— Isso é ser livre?
— Não sei, mas quero tentar.

Foi dirigindo para o norte até que o combustível acabou. Entrou na floresta. Nunca mais se ouviu falar dele. Décadas depois seu caderno foi achado em Ribeirão das Torres, interior de Roraima, às margens do Rio Taquagorá.

“Não foi liberdade, fiquei livre”

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Ciúme

19 terça-feira abr 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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ciúmes, poesia, tema de otello

sua mão poderia não tê-la, tocado.
mas outro o fêz.
já que sim, a raiva adulta.
ele sabia (sem experimentar), ela era dele (ele pensava)
mas ela não era nada, nem de ninguém
isso o moeu: e o incendio de um esterno, o osso, é rápido
dói como nunca
o ciúme, uma pedra quente
que entra sem acordes,
num solilóquio sem nota,
quando a incoesa paixão
não é mais coração.

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Um Facho

18 segunda-feira abr 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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farol, naufragos, poesia, prosa

Ao acordar ele viu!
O aceno: a ilha submersa estava caiada pela praia.
A areia fluorescente, na tensa escuridão.
Viu a forma.
Miragens só no deserto: mas era uma flor.
O costado da maré da Capadócia.
Sua chegada o acordou. Chegou.
Estava salvo.
O farol reteve o branco,
a jangada prosseguiu só.

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Avesso

06 quarta-feira abr 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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avesso, começo, mudar, outrangulo, outro ângulo, prosa poética, recomeçar

Por dias mirava o nada, aquele traço oblíquo e torpe que gruda nos transeuntes. Olhava por cima das ondas da embarcação, que flutuava bem diante de seu enjôo. Era um colchão macilento, odioso, plastificado, mas seu, todo seu. No retângulo de seu confinamento atendeu ao pedido da mãe: ouvir os pássaros a bombordo. Estava de cabeça para baixo quando enxergou a névoa que aterrava as montanhas. Era uma nova imagem. Um pouco estúpida, mas consistente. E se os caules nascessem do céu, e se o solo tivesse sido trocado pelo azul? Era, definitivamente, um dia novo, isso, sem mais nada, já seria o avesso, o começo.

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Entrevista sobre o Livro

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