• Uma entrevista sobre Verdades e Solos
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” no Jornal da USP
  • A verdade lançada ao solo, de Paulo Rosenbaum. Rio de Janeiro: Editora Record, 2010. Por Regina Igel / University of Maryland, College Park
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” por Reuven Faingold (Estadão)
  • Escritor de deserto – Céu Subterrâneo (Estadão)
  • A inconcebível Jerusalém (Estadão)
  • O midrash brasileiro “Céu subterrâneo”[1], o sefer de “A Verdade ao Solo” e o reino das diáforas de “A Pele que nos Divide”.(Blog Estadão)

Paulo Rosenbaum

~ Escritor e Médico Writer and physician

Paulo Rosenbaum

Arquivos de Categoria: Artigos

Assumindo fracassos

03 quinta-feira nov 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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fracasso

Qual o sentido dos esforços?
Por que precisamos trabalhar sempre?
Em volume de respostas, o mais provavel é que nos movemos porque sim.
Não descobrindo um sentido para justificar a inércia o deslocamento parece razoável.
Mas e se assumirmos que não conseguimos?
E se o fracasso também for uma perspectiva?
Não há tanta distancia assim entre luta incessante e resignação precoce.
E por que precoce? Pode ser só o temnpo certo; o tempo possivel.
O fato é que quando se assume o fracasso não há mais fracasso.

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Para entender a bagunça – Coluna de quinta no JB

27 quinta-feira out 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

≈ 3 Comentários

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agitação no mundo, biografia, importancia da psicologia na análise política, os outros, para além da revolução tecnológica, para compreender a anomia, para compreender a bagunça

Coisas da Política

Hoje às 07h00 – Atualizada hoje às 07h02

Para entender a bagunça

Jornal do BrasilPaulo Rosenbaum +A-AImprimirPublicidade

Alguém já pensou que talvez só façamos sentido porque vivemos juntos? Que é o outro que nos dá o sentido de existir? Vale dizer, será que só vivemos porque outros podem nos testemunhar? Não sei. Mas sei de um sentido comum que nos une: viver como pessoas singulares.

Essa é a beleza de uma ética e de uma mudança na consciência das pessoas. Posso estar delirando – é o mais provável – mas parece que não está mais fazendo sentido viver só para si, nem viver como os outros ou conforme os outros. Há, sim, um mistério. Talvez mais que isso, um paradoxo desafiador. Precisamos ser cada vez mais o que somos e ao mesmo tempo aprender a conviver na diversidade. A generosidade que advém da moral pregada em ensinamentos dogmáticos não pode alcançar isso: só fazemos sentido se o outro também puder fazer sentido. Admito, parece complicado. Mas perguntem-se, não seria maravilhoso?

Alguém pergunta: — Você pensa mesmo isso?

— Não, mas não me falta vontade.

O ser humano é um horizonte ambivalente, mas foram as vivências particulares de cada um, aquelas que abriram espaço às transformações radicais em nossa era. Para compreendê-las melhor, temos que recorrer à história e, mais especificamente, aos seus efeitos. Mas a reflexão aqui não é sobre revolução tecnológica, mas sim sobre nossas biografias, que são compostas por instantes, vale dizer, instantâneos.

Somos parte de uma onda, e nela nossas micro-histórias se constroem e estão conectadas ainda que à nossa revelia. Nada a ver com links eletrônicos, mas com esse fluxo muito maior que se chama história. Arrisco-me a dizer que somos uma família que perdeu a árvore genealógica. Se alguém tiver paciência, pode rastrear e verá muito além dos nossos ancestrais imediatos, talvez chegue aos primeiros habitantes da Terra.

para ler o artigo completo

http://www.jb.com.br/coisas-da-politica/noticias/2011/10/27/para-entender-a-bagunca/

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O Fim dos partidos Políticos ou uma Política dos Sonhos

21 sexta-feira out 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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anomia, Corrupção não é a principal doença, desfecho da pós modernidade, fim dos partidos, governabilidade e representatividade, novíssima política, Ocupe Wall Strret, utopia

Coisas da Política – Coluna do Jornal do Brasil

20/10 às 07h21 – Atualizada em 20/10 às 07h25

O fim dos partidos políticos

Jornal do Brasil Paulo Rosenbaum +A- A Imprimir Publicidade

“Por favor, não vos doam as verdades que digo; ninguém se pode salvar quando se opõe bravamente a vós ou a outra multidão qualquer para evitar que aconteçam na cidade tantas injustiças e ilegalidades; quem se bate deveras pela justiça deve necessariamente, para estar a salvo, embora por pouco tempo, atuar em particular e não em público” (Platão falando por Sócrates in ‘Abstenção da política’).

Não é preciso um giro muito profuso para perceber que o papel das pessoas, estruturas e instituições precisa ser repensado. Não que a democracia esteja se esgotando neste melancólico desfecho de pós-modernidade, mas há pelo menos uma coisa clara: suas formas e conteúdos pedem um novo corte filosófico. Sem uma novíssima política não sobrevivem nem o povo nem o Estado. Aquele a causa — senão a única razão — desse.

Está em curso uma crise mundial, talvez sem precedentes desde o fim da II Guerra, que vai muito além da econômica. Por outro lado, não é insensato afirmar que o capitalismo está muito longe de ser derrotado pelas suas contradições como previu o economista alemão. Ainda é, e por muito tempo será, o sistema dominante. Além disso, há uma crise de representatividade e, sem ela, a governabilidade está ameaçada. Com a violência testemunhada nos protestos globais — que vêm misturando na pólvora fanatismo, exclusão e pulsão destrutiva — vemos a anomia e a barbárie tomar corpo, inclusive em sociedades até há pouco consideradas inquebrantáveis. É claro que este é um daqueles riscos ainda subestimados nos gabinetes políticos e nas planilhas lucrativas de quem faz marketing eleitoral.

para ler na íntegra acesse:

http://www.jb.com.br/coisas-da-politica/noticias/2011/10/20/o-fim-dos-partidos-politicos/

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Liberdade para Shalit: lei, justiça e vingança.

18 terça-feira out 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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a derrota da vingança, a paz existe?, guilat shalit, nem sempre leis são justas, toda solução cria um problema., uma chance à paz, utopia da paz, vingança e terrorismo

Um soldado israelense nasceu hoje de novo e num ato pragmático-diplomático inimigos concederam-se trégua.

Há certa paz no ar. O tambor rodou e uma chance à paz foi concedida. Lennon poderia entender.

Mas foi ligar a TV, ver o festival retórico no ar e o clima de utopia logo de desfez.

Não tenho a menor expectativa de uma paz justa e duradoura para a região e nem é possível acusar-me de pesssimista. Além do longo olho nos votos do premier israelense, a retórica de guerra do Hammas não deixa margem para dúvida: a trégua é uma efeméride. Não há nada de religioso em guerras, malgrado elas todas são usadas para massacrar rivais.

Mesmo assim, com todas as ressalvas, o que aconteceu não perde o valor, mesmo diante desse futuro comprometido.

A lição presente é emocional.

E talvez isso seja o que valha.

Nem sempre é possivel ver lei e justiça andando juntas. A lei, as vezes, faz concessões injustas. Em todo caso a vingança foi um pouco derrotada hoje junto com o sangue das vítimas dos que são rotulados eufemisticamente de combatentes, terroristas, quando o que são de verdade e o nome que deveriam portar é de assassinos.

A cobertura das TVs internacionais foi particularmente deprimente pois ao dar um tom “neutro” insinuaram equilavalencia moral entre um militar sequestrado e gente que não teve escrúpulos (nem arrependimento) em aniquilar civis voluntariamente. As forças de defesa de Israel cometem excessos que são investigados e os culpados punidos. Os fanáticos são eles mesmos o excesso e quando elaboram atrocidades planejadas contra alvos civis são exaltados pelo establisment — das milícias aos governantes. Assim, aceitam viver em um sistema sem a preocupação com a justiça.

Guilat está em casa e mostrou que a vingança pode ser derrotada. Apoiadores de homens bomba e fanáticos também dormirão por uns tempos fora das cadeias. Mas perdão? Seria outra coisa.

Perdão seria não ter que ver nada disso, assim. Sabe-se que — de Plato to Nato — toda solução gera outro problema. Pode ser e geralmente é um novo.

A realidade mostra: a paz existe, só não sabemos onde ela está.

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Perdão: uma reflexão sobre Yom Kipúr

07 sexta-feira out 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

≈ 15 Comentários

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a brincadeira de perdoar, desculpem-se, desrazão do perdão, dia do perdão, o perdão infantil, perdão, por que perdoar?, sentido do non sense, yom kippur

Perdão não faz sentido.

Por que perdoaríamos os desafetos, os inimigos, os injustos e os caluniadores? Os políticos e os agressores? Os egoístas e os censores? Os críticos e os traidores?

Mesmo assim este é o dia. Esse é o dia para fazer isso.

Não se trata de uma superestimulação intelectual, nem de uma adesão acritica ao dogma religioso. Perdão faz parte de uma longa viagem que termina nesta janela aberta.

Atravessemo-la ou recusemo-la. Não importa sua decisão, ela continua real e se recusa a desaparecer.

A janela do perdão fica sobre um espelho muito maior. O tal quadro que nos viabiliza como sujeitos.

Perdoar não é um aceno à ingenuidade mas um passo forçado para a integração. A maturidade real e não aquela que se exige de adultos, que disfarçam as neuroses com a seriedade. Despistamos as angustias com trabalho e carreiras.

Perdoar é dar passo em falso. É cair no terreno das coisas não respondidas e das correspondencias extraviadas.

Perdoar é como brincar sem (nenhuma) razão.

Perdoe e pronto. O sentido, pode, talvez, ser redescoberto depois ou nunca.

Faça-o ou não, mas tente esquecer que a vida adulta nos traz responsabilidades e crescimento como torturas necessárias.

Desculpem-se

Dobrem-se ao postulado infantil, desçam ao transbordante poço das incoerencias que está para bem além de perdoar: a vontade e a necessidade de ser perdoado.

— Mas e se não fiz nada para ter que ser perdoado?

— Desculpe, melhor ainda, non sense é o que vale.

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Planisfério: andem

27 terça-feira set 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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andar, quem decide?

–Andem!
— Como, pode me dizer, como?
— Devagar!
— Para qual direção?
— Não sou eu quem decide!
— Quem decide?
— Ninguém, por isso continuem andando.

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Lev Tolstoy

19 segunda-feira set 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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exemplo e experiencia, fanatismo e ideologia, felicidade ao alcançe?, Iasnia Poliana, Justiça social, poesia, prosa poética, Tolstoy

Ou Taustoy (como se pronuncia em russo)

No recente ciclo sobre literatura um descendente direto do escritor trouxe informações importantes.

Mas nada supera o pequeno filme documentário que foi projetado com raras imagens originais em que o escritor — já consagrado — aparece cavalgando com seu médico, ou passeando em sua congelante propriedade em Iásnia Poliana às cinco horas da manhã.

Tolstoy teve a sorte de nascer em uma família aristocrática e pode produzir literatura no conforto de uma vida material assegurada. Faz diferença. Toda diferença!

Mas o mais notável não foi nada disso.

O extraordinário foi ver Tolstoy — cuja literatura foi execrada pelo regime soviético — cercado pelos camponeses para os quais distribuia atenção e dinheiro.

Não quero idealizar, mas a justiça social com que Lev fazia caridade o aproxima das linhagems de justos que andam sumidos e cada vez mais ocultos.

Nesse sentido, o conde descendente daquele escritor concorda que sua visão de justiça social era antes de qualidade espiritual, vale dizer, Lev processava o humanamente possível, e toda revolução (se quisesse levar esse nome) teria que passar por essa via, renunciando não só às tentações autoritárias, mas incorporando uma outra causa à causa. Estabelecer um mundo menos desproporcional e a aquisição de cultura e sabedoria, ao mesmo tempo.

A propriedade em Iásnia Poliana foi duas vezes salva pelos camponeses: no início da revolução russa quando a turba inflamada veio incendiar a propriedade, camponeses da cidade defenderam a casa do escritor.

Depois foi a vez dos nazistas que depois de pilhar a residencia, tocaram fogo às vesperas da saída às pressas para nâo enfrentar o exército vermelho, e, mais uma vez, camponeses-bombeiros salvaram o lugar.

Vivemos tempos obscuros onde nada é o que parece ser, sem lugar para exemplos ou sujeitos que se destacam pela nobreza das ações. O otimismo escasso só poderá ser extraído das estranhezas e das atitudes pessoais. No declínio final da pós modernidade (e portanto da própria modernidade) serão experiencias e exemplos as únicas armas contra o fanatismo e as ideologias.

Tosltoy mostrou isso. Pelo menos tentou.

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Noções de invisibilidade

12 segunda-feira set 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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invisibilidade, margens, normas

Instruções:

Mantenham-se longe das margens

Segurem pelas bordas

Usem cores vibrantes

Mecham em vespeiros

Falem o que ninguém quer

Ouvir mais que o devido

Ver nas entrelinhas

Recortem fora do pontilhado

Desviem-se das normas

Mudem-se para os cantões

Troquem networks por trabalhos

Registrem-se na autenticidade

Busquem originais.

Seguindo pelo menos 3 das 13 instruções acima garante-se tres quartas partes do manto da invisibilidade.

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Sobre silêncio

03 sábado set 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

≈ 1 comentário

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era de excessos, escolher um tema, silencio, silencio involuntário

Notável o silencio.

O silencio que se torna vivo quando se vira aos interesses de quem nada emite.

Por que então falar sobre um tema e não de outro? Como escolhemos sobre o que vamos escrever ou dizer?

Para além dos dilemas das escolhas e eleições do que será expresso está a vontade de dizer. De dizer para alguém. E, de preferencia que ouça e comente e tenha o raro, extinto, dom da reciprocidade.

Mas, temos que nos acostumar.

Não é para isso que nos adaptamos? Essa palavra mágica que pode nada significar. Pois na era de abundância, do excesso de estímulos talvez tenhamos mesmo que escolher reduzir todas as comunicações aquelas que são mais lucrativas, de interesse ou simplesmente cômicas.

Temos que encarar noites como dias e os dias reserva-los para os silencios involuntários.

Façam alguma coisa!

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Ensaio geral sobre a irrelevancia

28 domingo ago 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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Somos um sem fim sem relevância. Mas a única realidade.

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