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ROSENBAUM, P. . Verdade Lançada ao Solo. Rio de Janeiro: Record, 2010. 588p.;  Saiba mais: Editora Record

ROSENBAUM, P. ; LAMA, L.  FRANCO, P. P. . O Nome do Cuidado – “Care among us”. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009. v. . Saiba mais: Ateliê Editorial

ROSENBAUM, P. . Novíssima Medicina (ethos do Cuidado). 1. ed. São Paulo: Organon, 2008. v. 1. 224p . Saiba mais: Editora Organon

ROSENBAUM, P. . Entre Arte e ciência: Fundamentos Heremenêuticos da Medicina Homeopática. 1. ed. São Paulo: Hucitec, 2006. v. 1. 277p .

ROSENBAUM, P. . Homeopatia, Medicina sob medida. São Paulo: Publifolha, 2005. v. 01. 160p . Saiba mais: Publifolha

ROSENBAUM, P. . Medicina do Sujeito. Rio Janeiro: Luz Menescal, 2004. v. 01. 250p. Saiba mais: Organon

ROSENBAUM, P. (Org.) ; LUZ, M. T. (Org.) . Fundamentos de homeopatia para estudantes de medicina e de ciências da saúde . 1a. ed. São Paulo: Roca, 2002. v. 01. 462p .

ROSENBAUM, P. . Homeopatia:medicina interativa, história lógica da arte de cuidar. 1a. ed. Rio de Janeiro: Imago, 2000. v. 01. 194p . Saiba mais: Editora Imago

MURE, B. (Org.) ; ROSENBAUM, P. (Org.) . Patogenesia Brasileira. 1a. ed. São Paulo: Roca, 1999. v. 01. 410p .

ROSENBAUM, P. . Miasmas, saúde e enfermidade na prática clínica homeopática. 1a. ed. são Paulo: Roca, 1998. v. 01. 456p .

ROSENBAUM, P. . Perguntas e Respostas em Homeopatia. 2a. ed. São Paulo: Roca, 1996. v. 01. 140p .

ROSENBAUM, P. . Homeopatia e Vitalismo, um ensaio acerca da animação da vida. 1a. ed. São Paulo: Robe, 1996. v. 01. 205p .

Nota

Dignidade da Escuta

Estudante de medicina terá de atuar no SUS; entidades criticam

Cursos terão 8 anos de duração; representantes da classe veem proposta como ‘paliativa e demagógica
Curso de medicina passará de 6 para 8 anos de duração a partir de 2015. As manifestações que esbofetearam analistas, estrategistas e marqueteiros ainda tentam conservar um pouco da aura romântica e da naturalidade. Destarte fica nítido que lhes falta a força de uma direção, de uma canalização mais eficiente.
 
 
Como tudo, sabe-se que o lirismo perdido daria lugar a maior eficiência. Melhor manter a fantasia. Afoito, desmedido, inoportuno e seletivo o governo tenta reagir ao clamor difuso com soluços. Mas ninguém contorna inação, má gestão e desejo de hegemonia com medidas frenéticas e reducionistas.Além de um timing duvidoso e das assincronias o que falta ao poder é imaginação. A criatividade é que repercute nas expectativas das pessoas. A falta dele nos exaure.

Sem perspectivas, ainda estamos a mercê de acordos feitos nas cúpulas. No lugar da verdadeira escuta os diálogos privilegiam os movimentos organizados e sindicatos e partidos. Falta o principal: aquelas pessoas comuns, resgatadas da pobreza, recolocadas no cardápio social, e que agora desejam algo além do paternalismo subserviente de Estado. O desejo de consumo é um item em escassez no mercado : a dignidade da escuta.

Uma vez que ela foi esnobada, esperava-se um enfoque suprapartidário e transgovernamental. Também não aconteceu. O partido não permitiu. Pactos se costuram sob interesses, o que só faz aumentar o combustível para os desvios. E o mal estar não se cala quando se sente manipulação, ele fica sob descontrole.

Passar cursos de medicina para 8 anos ao invés dos 6 atuais é um espelho perfeito da cadeia de equívocos. O motivo alegado agora não é mais aquele original, ou seja, a de que não seria para suprir a falta de médicos mas de impedir ou desestimular a especializaçao precoce. Ora, a especialização precoce tem causas com raízes mais infiltradas que não se resolvem com as canetas alienadas dos gabinetes de Ministros.

Essas mudanças erráticas e a sistemática repetição de improvisos além de não inspirarem seriedade desnudam a falta de planejamento de longo prazo e mostram o desespero para alavancar candidatos a qualquer preço.

Mudar a mentalidade de formação precoce de especialistas é estimular a medicina preventiva e melhorar as condições de trabalho dos clínicos gerais. Como justificar isso quando se construiu por aqui o mito de que mais saúde significa mais hospitais, medicamentos subsidiados, disponibilidade de exames e procedimentos de alta complexidade além de clínicas especializadas com pesada hotelaria?

Mudanças deste porte demandam tempo e acordos. Portanto dependem antes de mudanças profundas e estruturais nos currículo das escolas de medicina e talvez até de uma mudança na mentalidade. Refiro-me à educação em saúde da própria população.

Maior enfoque à atenção primaria e um atendimento menos hospitalocentrico seriam prioridades.

O estimulo a formação de cuidadores não médicos, implantar a Politica Nacional de Praticas Complementares — já aprovada pelo Conselho Nacional de Saúde — e enfrentar os grandes interesses econômicos que comandam a saúde suplementar no Brasil seriam medidas relevantes.

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Um ônibus chamado realidade

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Há demanda generalizada por soluções adiadas. E há pressa.  Agora, não nunca. Já, e não em breve. Ainda que as mazelas não lhe sejam inatas é mais do que justo que se cobre de quem está no poder há quase 10 anos. O poder sempre ficou tentado a repetir o establishment. Aquele que originalmente deveria ser deposto. E por que tanto espanto? Sim senhora, é o ônus do mando. Bases fisiológicas derretem sem organicidade. Aliados se dispersam na crise, mas muito estranhamente, lá dentro, no quente núcleo duro do poder, a dissidência é pontual. O que será que será? Restringe-se à mudança de nome caso a candidatura seja eleitoralmente inviável? Que tipo de governo teremos caso ele volte? Cada agremiação tem seus defeitos. Fica escancarado que o principal defeito do petismo institucionalizado é o culto à personalidade e a convicta aversão à autocrítica. Compreensível. Agem como torcedores roxos, para quem o time nunca erra e assumir a sucessão de enganos parece uma afronta insuportável.

Mas para entender temos que vasculhar as origens. Expectativas infladas, sempre maiores do que as perspectivas. E ainda por cima havia essa coisa horrível, conspiratória, sempre à espreita. Ela de fato não deu um minuto de paz. Se ao menos pudesse ser enquadrada. Uma mordaça como tantas já usadas teria dado um jeito na malvada. Um pau bem dado faria a coisa cair na real. Mas a bichana era esquiva. Chama-se realidade e mora em toda parte. É ela que costuma colocar tudo a perder. Jamais existiu um marco zero. Não houve o “nunca antes na história”. No âmbito sociológico não existe ex-nihilo, não se inventa um País, não se emula uma cultura nem se forja uma tradição. Construímos, modificamos e modelamos de acordo com a criatividade e com a consciência do sujeito. E só depois se pode fazer com todos e para todos, coletivamente.

Que tal na consulta no referendo de 2014 (ninguém aceita plebiscitos instantâneos) fazer as perguntas que estão para bem além do financiamento das campanhas. Aquelas que encostam no nervo desprotegido do corpo político: qual o teto para o uso dos recursos do marketing e propaganda? Antes disso. Não são tecnologias desenvolvidas para vendas? Não são instrumentos que visam intensificar o consumo? Vender bem o peixe? E o que faz o marketing no meio da política? Como pode ser que essa gente tenha se transformado nos fiéis da balança numa República Federativa? É a alma do negócio? Se é isso vamos assumir que políticos são como tudo hoje em dia: produtos numa sociedade de consumo. Que se criem regras de SAC e que haja um repartição para devolução dos fajutos. E por último alguém de plantão responda alto, por que é que o voto ainda é obrigatório?

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Oposição substituta

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No pronunciamento todos botavam fé. Nunca as palavras foram tão importantes. Como dizia um muro de Paris em 1968 : chega de atos, queremos palavras. É isso. Até os muros falam quando há vida nas ruas. Isso significa que havia uma chance de reconciliação. O poder poderia se reinventar e, a depender do encaixe e do discurso, esclarecer todos, a maioria, ou uns poucos. As 21hs, fala sério, era para restabelecer o diálogo – não cooptar com concessões de linhas de crédito, propor reformas oportunistas, ou medidas de escopo e alcance paliativos. Aí mora o ilegítimo. Falou o que lhe mandaram. E quem manda? Quem assopra a brasa lá dentro? Quem sabota os esforços para aprender a pilotar durante o voo em apuros? Ou alguém duvidava do despreparo político? Há enorme lastro de dúvidas, mas é certo que as ondas embarcam de outra maré. Estão lá dentro, de molho, na agua estagnada.

O ministros já fizeram sua lista de acusados, só faltou o veredito. Apedrejaram a oposição, a burguesia, jornalistas, a fração belga da Belindia, os sem representação, uma minoria. E o que seria da democracia sem a voz das minorias? Daí ousaram pular para imputações menores, num varejo pueril e que reforça o diagnóstico do clima da capital: cinismo institucional pleno. O poder é, neste momento, a reação em seu pior momento. Aquele instante, quando se está saindo das cordas, e como barata tonta distribui ganchos no ar.

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Vozes e Mordaças

A revolução científica e a era digital trouxeram benefícios que todos conhecemos e usufruímos (até para os ranzinzas que, no breu, consultam as últimas na rede), entre os quais a libertação da informação que a internet proporcionou ao mundo. Ao mesmo tempo, os efeitos colaterais. Quem é traidor da pátria pode estar sendo útil à liberdade das pessoas, e quem governa precisa assegurar que os critérios de liberdade não serão traídos pela necessidade de controle da sociedade. O equilíbrio nunca foi tão complexo, a ambiguidade nunca esteve tão presente. O número de calúnias e a velocidade de boatos maledicentes ficou sem qualquer chance de controle institucional. Reze alto para não ser alvo. Se você, leitor, já sofreu com o maior maquinário de assédio moral inventado, sabe que o máximo ao seu alcance é redução de dano. As máculas virtuais serão perpétuas pelo menos enquanto houver energia elétrica, antenas e radares.

Ai está o papel da imprensa. Oferecer à opinião pública elementos para formar uma consciência crítica. Por isso jornalismo é serviço público essencial. Uma imprensa sem independência — liberta dos governos e do domínio econômico — é como um teste medicamentoso conduzido e validado pela indústria farmacêutica. Não têm muito mérito, vale dizer, quase nenhum. Conflito de interesses em curso anulam a essencial neutralidade que a análise requer.
“É papel da imprensa oferecer à opinião pública elementos para formar uma consciência crítica”

O vácuo de poder no qual caímos abriu espaço para bravatas daqueles que foram ultrapassados pelo tempo mas não ainda em popularidade. Como assim? Isso se explica pelo fenômeno estudado pela física de que existe um delta tempo até que a massa se adeque à mudança da energia, sempre mais célere e disposta a ir para frente e buscar o novo.

Ah, sim, existem os chamuscados. Conforme o clássico filme “Z” do diretor Costa Gravas, usam o resíduo de poder e caem na tentação — sempre estrondoso equívoco — de fomentar o conflito entre as massas para assegurar sobrevida da reinação. Mas essa nossa velha conhecida, a história, já tentou ensinar que o poder não tem a propriedade de autofomento, pelo menos não para sempre. Cai de velho, teimoso, ou porque já nem existia.

Se há mesmo uma imprensa golpista e tendenciosa, ela está do lado de quem quer se agarrar aos benefícios da hegemonia. Interesses e ambiguidades sempre existirão. Admissível a existência de uma imprensa mais criteriosa e menos criteriosa. Por isso mesmo, também temos visto as ruas com gente de todo tipo: do beócio vândalo com os molotovs nas mãos ao professor que exige receber um retorno digno pelo trabalho essencial que desenvolve. É que quando some a representação precisamos agir para reconquistá-la. Trata-se de questão de vida ou morte, literalmente.

Seria muito mais fácil se estivéssemos num Estado contando com três poderes autonômicos, com plena clareza nos critérios de mérito e competência. Mas isso tornou-se raridade não só por aqui. É poesia numa terra autocrática, onde os autoprivilégios que os políticos se concedem encobrem os benefícios, que às vezes, quase eventualmente, eles nos proporcionam.

Podem-se caçar as vozes, mas por um capricho dos céus há mais bocas que mordaças!

http://www.jb.com.br/coisas-da-politica/noticias/2013/07/04/vozes-e-mordacas/

Tags: estado, internet, pátria, poderes, traidor

Uma jornada pelo conhecimento

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A partir de um cenário judaico, autor coloca em perspectiva a história da relação entre o homem, a ciência e as tradições religiosas

           Sem chavões conservadores ou preceitos já estabelecidos, o livro A verdade lançada ao solo aborda temas complexos com habilidade. Para questionar o lugar do homem, Paulo Rosenbaum parte de suas raízes judaicas e concebe um romance que articula história e filosofia.
Dividido em três partes, os acontecimentos narrados se entrelaçam por uma relação contextual, que têm como pano de fundo a busca humana pelo saber. Em cada parte, que acontece em séculos e situações diferentes, o enredo é costurado sempre com o foco no papel do homem em suas relações com a cultura e valores éticos.
Na primeira parte, somos introduzidos ao rabino filósofo Zult Talb que conduzirá o leitor à imersão nos milenares costumes da tradição judaica.

“ – O Criador se recolheu (lembram-se do tzimtzum, da contração divina?) e criou espaço no universo para que pudéssemos viver. Ele se retraiu para que pudéssemos achar um pouco do caminho de volta. O que vamos usar? Ora, o que temos. E o que temos? Um mapa, o mapa de Torá. O livro de Moisés, suas leis e mitzvot. Ações, lembrem, sempre foram a base de tudo.”(Fala do rabino)

O protagonista Zult não é um sacerdote comum. Ele é a voz que insiste em preservar a essência: o homem pode voltar a ter intimidade com sua alma? Só o estudo, embora vital, talvez não seja suficiente, ensina o filósofo. É preciso experimentar.  Zult Talb calcula que, se não for possível preservar as instruções que levam à essa conexão, quem sabe envia-las ao futuro?
Na segunda parte, Rosenbaum nos apresenta os personagens Yan e Sibelius, amigos que acabam presos na neve depois de uma trágica avalanche. Sem comunicação com o mundo, e em situação de perigo, médico e paciente, respectivamente, tentam sobreviver em um abrigo precário. Ali se conhecem de fato. Diálogos sobre morte, política e o sentido da vida acontecem numa situação limite.
O personagem Yan, que reaparece na terceira e última parte, é um descendente de Zult. Psiquiatra, cético e desiludido, afastado de qualquer tradição religiosa ou espiritual, Yan é surpreendido por uma intensa experiência. Durante um plantão médico, um paciente afirma ser o portador de uma mensagem do passado, que precisa ser esclarecida. O caso é estranho e urgente, vida ou morte.
O suspense está colocado e cabe a Yan o trabalho de investigar o mistério.
A verdade lançada ao solo questiona mais que responde. É um livro singular que oferece ao leitor uma oportunidade para a descoberta de um mundo ignorado.

“Qual o significado das tradições religiosas? Como a morte, os mortos e suas memórias entram em nossas vidas? A experiência mística é um estado transmissível? O que é ser justo?”
De forma natural e com originalidade o autor mostra uma cultura em seu contexto e coloca uma ousada e radical experiência bem ao alcance do leitor.
Paulo Rosenbaum é médico, doutor em ciências (USP), poeta e escritor. Roteirista e produtor de documentários foi também editor de revistas científicas no campo da saúde. Com mais de dez livros publicados (medicina e poesia), este é seu primeiro romance.

A VERDADE LANÇADA AO SOLO
Paulo Rosenbaum
Grupo Editorial Record/Editora Record
588 páginas + 8 de encarte
Preço: R$ 69,90
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 978-85-01-09161-1

Mais informações:
Lilian Comunica – Assessoria de Imprensa
(11) 2275-6787
assessoria@liliancomunica.com.br
Curta a fan page da LC e acompanhe as novidades!
www.liliancomunica.com.br/@liliancomunica

Paulo Rosenbaum na Revista Expressão

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A revista deu um grande destaque para o artigo do médico e escritor Paulo Rosenbaum. O assunto em pauta é a polêmica decisão da atriz Angelina Jolie de fazer uma mastectomia total para a prevenção do câncer de mama. Veja:

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Paulo Rosenbaum no Cruzeiro do Sul

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O médico, pós-doutor em medicina preventiva (USP) e autor do livro A verdade lançada ao solo,Paulo Rosenbaum, deu sua opinião em relação a polêmica da atriz Angelina Jolie. Em seu artigo, ele falou sobre como a notícia foi encarada pela sociedade patofóbica.

Jornal Cruzeiro do Sul

 

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Paulo Rosenbaum no Jornal Folha da Região

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O jornal do interior de São Paulo, publicou um artigo do médico e escritor Paulo Rosenbaum. Autor do livro A verdade lançada ao solo, no artigo ele discorre sobre o caso da atriz Angelina Jolie, que recentemente se submeteu a uma mastectomia total. Veja:

Folha da Região

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Paulo Rosenbaum na Rádio Justiça

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O  médico e autor do livro A verdade lançada ao solo,Paulo Rosenbaum, esteve no programa Entretexto da Rádio Justiça para falar de seu livro. A obra discute o fato da religião estar perdendo espaço para a ciência no século XXI. Em breve áudio.

Rádio Justiça

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