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  • Resenha de “Céu Subterrâneo” no Jornal da USP
  • A verdade lançada ao solo, de Paulo Rosenbaum. Rio de Janeiro: Editora Record, 2010. Por Regina Igel / University of Maryland, College Park
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” por Reuven Faingold (Estadão)
  • Escritor de deserto – Céu Subterrâneo (Estadão)
  • A inconcebível Jerusalém (Estadão)
  • O midrash brasileiro “Céu subterrâneo”[1], o sefer de “A Verdade ao Solo” e o reino das diáforas de “A Pele que nos Divide”.(Blog Estadão)

Paulo Rosenbaum

~ Escritor e Médico Writer and physician

Paulo Rosenbaum

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Timing e justiça poética (blog Estadão)

05 domingo out 2014

Posted by Paulo Rosenbaum in Na Mídia

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conto de notícia, eleições 2014, justiça poética, manifestações juninas, timing e justiça poética

Timing e justiça poética

Paulo Rosenbaum

05 outubro 2014 | 06:42

Juro, é incompreensível. Eles bem que prometeram, o bicho iria pegar. E mesmo assim, ninguém ainda sabe qual vai dar. Não é descrédito nos instituto de pesquisa, apenas respeito pelo imponderável. Timing sempre foi vital. Na política, perdê-lo costuma ser desastroso. Custava a história postergar junho de 2013 para meados deste ano? Fosse assim, a aspiração de parte significativa de brasileiros estaria previamente garantida e alguma oposição vingaria. A eclosão precipitada, o parto prematuro e a pressa do processo histórico pode ter nos custado caro. Um perturbador continuísmo. A arrogância maciça. O totalitarismo de gabinete. Ou será que tivemos transformações das quais ninguém se deu conta? Mobilidade urbana? Reformas políticas não oportunistas? Descentralização de impostos? Controle da inflação? Ajustes nas contas públicas? Transparência e diálogo? Não só tivemos Copa, como os benefícios palpáveis perduram invisíveis. Por capricho aleatório dos eventos, corre-se o risco de engolir mais enganos sucessivos, submissão à manipulação e observar o agônico torniquete contra as liberdades democráticas. Num País rachado a tentação controladora fica mais plausível. Nesta peculiar democracia programa de governo tornou-se agenda secreta: só em primeiro de janeiro. O mérito pela diminuição das desigualdades? Deveria ser coletivo, e vêm de longe. Resultado direto do espantoso respeito inicial pelas conquistas do plano real. Mas a cegueira pode ter se tornado pandemia contagiosa. Um jogo não deveria observar regras? A constituição não exigiria garantias e igualdade de oportunidades aos candidatos? Ou a máquina do Estado foi declarada propriedade do partido? E só para saber: qual órgão da República cuidaria da matéria difamação e calúnia no horário político gratuito? No futuro, podemos nos pegar rindo da navalha sobre a qual estamos suspensos. Infelizmente, o presente têm mais rigor: só nos permite votar, cruzar os dedos e esperar pela justiça poética do timing.

Tags: eleições 2014, justiça poética do timing, manifestações juninas, timing e justiça poética

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Direito de Resposta

01 quarta-feira out 2014

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos, Imprensa, Livros publicados, Na Mídia

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Bolivar, direito do consumidor, eleições 2014, fraude eleitoral, golpe de Estado, manifesto comunista, Marx, Modelo bolivariano, queda do muro de Berlim, risco de ditadura, totalitarismo

Direito de Resposta

Paulo Rosenbaum

01 outubro 2014

Solicitei faz tempo, mas só chegou hoje. Como consegui? Usei a lei de proteção ao consumidor. Já que o candidato é hoje apresentado como produto, não deveria vir com garantia de devolução? Um juiz aceitou meu argumento. Como nunca tive direito de resposta nem sei por onde começar. A senhora é dona do País? Determina liberdade ou cárcere? Perdão, é que no debate deu essa impressão. E se lhe disséssemos: dispensamos aquele passeio pelo Jardim Venezuela? E se explicássemos que a essência de um estadista é estimular a inclusão? Ou a Sra. acha que o eleitor com candidato derrotado merece ser subjugado? Desaconselhável instigar a luta entre classes. Como meu pai lembra, o próprio Marx teria revisado este e aquele outro tópico do manifesto. Aquele “cada um terá de acordo com suas necessidades”, sempre foi, de longe, o mais problemático. Claro, claro, a senhora diz ser flexível, só não admite remendos na cartilha. Mas não é meio abusivo insinuar uma constituição redigida pelo seu partido? Ainda temos o direito de saber o que a Sra fará assim que assumir, se assumir? Até hoje não tivemos direito de contestar a promessa desviada, a creche na maquete, tijolos sem olarias, escândalos em refinarias. A excelentíssima afirma que a volta da inflação é culpa da crise externa, a queda dos mercados especulação e o fracasso econômico complô internacional e não há malversação. Só para saber, sobrou algo para ser debitado da incompetência? É que ficamos com a impressão de uma grande conspiração. A Sra corre o risco de estar tratando a verdade com a mesma deferência com a qual seus funcionários tratam os números. Deixe-me também explicar Dra. que, caso a senhora prefira o modelo Bolivar essa é a hora de explicita-lo! Estamos a nos indagar o que será que ele tem a ver conosco. Já ia esquecendo: dia 9 de novembro é o aniversário de 25 anos da queda do muro de Berlim. Eu sei, eu sei, não precisa chorar, aquilo doeu na senhora, mas são os nossos tempos. Já que tocamos no assunto, liberdade nunca foi valor pequeno burguês, a democracia não se dobra ao gosto do freguês e não queremos modelo chinês. Quem é pessimista não é direita. É que já existiu uma esquerda arrojada e anti stalinista. Por falar nisso, que papelão! Aquele da ONU foi impagável mas me refiro aquele da imprensa. Se ela não investigar a quem caberá a prerrogativa? Estou sabendo que boa parte da Universidade te apoia, mas quem abandona seu papel crítico, renuncia à análise e vegeta na militância. Não faz diferença? Discordo. Caso queira reformar a República, virar de ponta cabeça as instituições e refazer a nação, anuncie hoje, antes da eleição. Fale dos seus ídolos políticos, do poder dos Conselhos Populares, do futuro da propriedade privada e quais os planos para a instabilidade social. Pode omitir aquela palavra que dá medo no pessoal. No lugar de comuni… use regime que se apropria dos meios de produção e decide para sempre todo o resto. Compreendo, é tentador mudar as regras do jogo no meio da partida, só que tem muita gente com a mesmíssima vontade.

PS- Não esqueça de mandar felicitações para Angela.

Respeitosamente,

Eleitor e consumidor

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Impulsos que pairam

24 terça-feira set 2013

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos, Na Mídia

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confrontos na web, impulsos que pairam, mensalão, polarização, política do ódio

Alguém apresentou um interessante painel colorido referente à recente votação do STF sobre os Embargos Infringentes. Ele demonstrava graficamente a guerra de twiters entre os que eram a favor e contra a decisão da corte. O clima esquentou muito e se transformou numa batalha sem grande poesia. Logo as redes repercutiram: apareceram pessoas lamentando por que tanta celeuma? O que justifica a intensificação das hostilidades? Denota bem o estado das coisas no País. A falência da crítica e a asfixia do diálogo. Atos impulsivos pairam sobre todos nós. Uma análise preliminar sobre os julgamentos instantâneos, é que a web não só permite, como convida, aguça e endossa o ímpeto para opinar. Uma hipótese a ser comprovada adiante é que a ação da escrita numa rede gigante, vale-tudo e interativa, excita o automatismo. Isso significa que a frente do teclado e diante de algum assunto no qual estamos levemente convictos, decidimos nos expressar na lata, explosivamente. Muitas vezes, vale dizer a maioria, abolindo uma análise autocrítica, deixando de esmiuçar a fonte de onde bebemos a informação. O resto vira detalhe: involuntariamente podemos estar caluniando, fazendo platéia para meias verdades ou só repassando más interpretações. No caso de um post, e-mail ou in box recém emitido, quando o tal exame autocritico chega, vem tardio. Ai, só mesmo o pedido de desculpas, o remorso ou o “que se dane”. Nesse caso é correr para mergulhar nas brigas. Isso significa que as opiniões colocadas no ciberspace, via de regra, obedecem uma vontade quase instintiva, semi-irreflexiva. Não chega a ser fluxo de consciência, mas quase. Não é fortuito que as pessoas tenham brigado e se agredido mais online. Que as discordâncias instantâneas – que em outro contexto (num bar, ao vivo, ou numa conversa intima poderiam ser intercorrências sem importância) – passem a gerar cadeias de mal estar.

Para ler mais e comentar

http://blogs.estadao.com.br/conto-de-noticia/impulsos-que-pairam-sobre-nos/

 

 

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Desrazão do perdão

12 quinta-feira set 2013

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos, Na Mídia

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armas químicas, ética de guerra, convenção de Genebra, dia do perdão, guerra, guerra civil, paz, perdão, Síria, sentido da guerra, utopia, violencia, yom kippur

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Jornal do Brasil

Quinta-feira, 12 de Setembro de 2013

Coisas da Política

11/09 às 18h05 – Atualizada em 11/09 às 18h27

Desrazão do perdão

Paulo Rosenbaum – médico e escritor

Teremos valores inatos? Será a ética um deles? Um exemplo de como os critérios na atual construção social podem ser voláteis é que, por exemplo, a competição entre as pessoas é desejável. Isto é, é aceitável mencionar que “vença o melhor”, aquele que tem talento, ou “o mais dotado de habilidades” . Quem faz mais ganha mais. Mas, surpreendentemente, a verificação empírica deste axioma não passa da esquina. Não é mais pelo trabalho, nem pelo número de horas extras, nem mesmo a relação fiel que alguém tem com a  empresa ou local no qual trabalha. O que define hoje tudo é a network. O poder da rede de influências é que permite que a pessoa tenha mais ou menos oportunidades, e as vantagens da relação com o poder são óbvias. Trata-se, portanto, de uma meritocracia viciada.

Um filósofo que aborde o sentido da ética pode ser interpretado como moralista e, portanto, corre o risco de perder sua credibilidade. Entretanto, sob a vigência do atual contrato social, a ética passa a ser um valor flexível e mutável como outro qualquer. Foi assim que os consensos entre as nações acordaram que armas químicas estariam extirpadas do arsenal militar.

Historicamente, as temíveis “armas de destruição em massa” deveriam ser banidas, já que infligiam as leis éticas da guerra, escritas na célebre convenção de Genebra. Mas, se há uma ética para a guerra, deveria haver uma que regulamentasse a paz. E ela deveria prevalecer sobre as demais. Por outro lado, se dependesse dos pacifistas que não avaliam os contextos, ninguém teria enfrentado Adolf e suas máquinas de triturar partículas, povos inteiros teriam sido exterminados na África e muitas ditaduras estariam ainda em vigor pelo mundo.

As razões éticas para uma guerra? Defesa pessoal, ameaça a um povo ou grupo de pessoas, tirania de uns poucos exercida sobre muitos. Enfim, a razão será sempre pródiga em desdobrar o material para fundamentar justificativas para os tambores.

E quanto ao perdão? Há justificativas para que se perdoe alguém? Qualquer um? Todos? O perdão talvez seja o mais enigmático e deslocado dos atributos humanos. Nenhuma razão o alcança. Ele não se encaixa nas leis da evolução. Não se adequa aos exercícios de lógica. Não se adequa à teoria dos jogos, ele é, sim, frequentemente, confundido com ingenuidade religiosa.

Portanto, é o sentido e o fenômeno que merecem, vale dizer, nos permitem um esboço de análise. Às vezes, decisões são difíceis, e há mais de uma resposta certa para a mesma pergunta. Uma guerra pode ser aética, suja, sangrenta e injusta, e muitas outras coisas, menos ilógica. Ela tem sido historicamente justificada, moralmente regulamentada, frequentemente exercida. Dizem que ela acontece quando se esgotaram os recursos. A incapacidade de dialogar, ou o risco de não promovê-la, representa um risco maior do que o contrário.

A guerra não faz sentido: a não ser em condições onde todas as escolhas pela paz falharam, e, neste caso, como a paz é uma qualidade mediada, a omissão recairá sobre os agentes humanos e suas instituições. As nações e suas agencias têm demonstrado prezar a burocracia, as relações comerciais e a política. Ao mesmo tempo subestima a construção de conceitos compartilháveis de pacificação. A paz não vem imposta, prensada ou imposta, ainda que possa fluir unilateralmente.

Os mesmos valores que permitem localizar o perdão como uma desrazão que ultrapassa o escopo lógico da natureza humana são aqueles que, paradoxalmente, podem nos salvar da destruição. Dar chance à paz é impor o desejo de fazer prevalecer o diálogo contra o silêncio do mundo.

http://www.jb.com.br/coisas-da-politica/noticias/2013/09/11/desrazao-do-perdao/

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Da tolerância e da decência

04 quarta-feira set 2013

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos, Na Mídia

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 Da_tolerancia_e_outras_impossibilidades.jpgV

Quem insiste em ir contra os consensos. Alguns? Poucos? Os inconformados? Mas, e se muitos desses consensos estiveram costurados às custas de um alimento venenoso? E se for nutriente premeditadamente adicionado para sustentar a confusão e as suspeições. Preparado com astúcia, está temperado com a invencível capacidade mitômana de quem só pensa em ganhar. E, graças a ela, tornou-se possível vender um produto obscuro, como se ele fosse o fruto da maturidade administrativa.

 

O governo poderia adotar uma estratégia mais civilizada, crível e consensual para expor, debater e depois oferecer o programa “mais médicos” à sociedade. E por que não o fez? Fácil explicar: grande jogada de marketing. Além do ganho secundário, que têm gerado, disseminado e potencializado o produto, junto com seu  trunfo político. Pelo menos momentâneo.

 

Faz faz algum tempo que a estratégia sinistra têm sido atiçar a cisão, aguçar a litigância e a rixa entre grupos sociais. Ao constranger médicos e entidades médicas e, indiscriminadamente, joga-las contra a opinião pública a administração federal já nem se preocupa em esconder seu verve ardiloso. Nada de moralismo: nem os cubanos são humanistas natos nem os nacionais são seus antagonistas.

 

A estratégia, óbvia: demonizar os médicos brasileiros como se fossem todos xenófobos, racistas, orgulhosos e insensíveis. Como se estivessem alinhados num boicote sistemático para subverter o grandioso plano saneador do Estado. Para os autocratas de Brasília é a burguesia leniente do avental branco que se recusou atender ao chamado de emergência do estado de calamidade da saúde pública. Vê-se que não foi difícil fazer com que muitos articulistas mordessem a isca. Inúmeros se posicionaram com a arma mais débil e covarde num debate: a generalização.

Para ler mais e comentar

 http://blogs.estadao.com.br/conto-de-noticia/da-tolerancia-e-outras-impossibilidades/

 

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Paulo Rosenbaum na Revista Hospitais do Brasil

29 quinta-feira ago 2013

Posted by Paulo Rosenbaum in Na Mídia

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A Verdade Lançada ao Solo, Angelina Jolie, artigo, assessoria, assessoria de imprensa, assessoria editorial, atriz, autor, autores, editora, editoras, Entretexto, entrevista, escritor, Folha da Região, Literatura, livros, masectomia, medico, obras, paulo rosenbaum

O médico e autor do livro, A verdade lançada ao solo, Paulo Rosenbaum fez um artigo sobre o programa “Mais Médicos” do Ministério da Saúde. E a versão online da revista publicou o artigo.

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Paulo Rosenbaum na Revista Expressão

02 terça-feira jul 2013

Posted by Paulo Rosenbaum in Na Mídia

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A revista deu um grande destaque para o artigo do médico e escritor Paulo Rosenbaum. O assunto em pauta é a polêmica decisão da atriz Angelina Jolie de fazer uma mastectomia total para a prevenção do câncer de mama. Veja:

paulo-rosenbaum-expressao1

paulo-rosenbaum-expressao2

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Paulo Rosenbaum no Cruzeiro do Sul

02 terça-feira jul 2013

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A Verdade Lançada ao Solo, Angelina Jolie, artigo, assessoria, assessoria de imprensa, assessoria editorial, atriz, autor, autores, editora, editoras, Entretexto, entrevista, escritor, Folha da Região, Literatura, livros, masectomia, medico, obras, paulo rosenbaum

O médico, pós-doutor em medicina preventiva (USP) e autor do livro A verdade lançada ao solo,Paulo Rosenbaum, deu sua opinião em relação a polêmica da atriz Angelina Jolie. Em seu artigo, ele falou sobre como a notícia foi encarada pela sociedade patofóbica.

Jornal Cruzeiro do Sul

 

paulo-rosenbaum-cruzeiro

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Paulo Rosenbaum no Jornal Folha da Região

02 terça-feira jul 2013

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A Verdade Lançada ao Solo, Angelina Jolie, artigo, assessoria, atriz, autor, editora, Entretexto, entrevista, escritor, Folha da Região, masectomia, medico, paulo rosenbaum

O jornal do interior de São Paulo, publicou um artigo do médico e escritor Paulo Rosenbaum. Autor do livro A verdade lançada ao solo, no artigo ele discorre sobre o caso da atriz Angelina Jolie, que recentemente se submeteu a uma mastectomia total. Veja:

Folha da Região

paulo-rosenbaum-folha

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Paulo Rosenbaum na Rádio Justiça

02 terça-feira jul 2013

Posted by Paulo Rosenbaum in Na Mídia

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A Verdade Lançada ao Solo, artigo, assessoria, editora, escritor, medico, paulo rosenbaum, Zonas de exclusão digital

O  médico e autor do livro A verdade lançada ao solo,Paulo Rosenbaum, esteve no programa Entretexto da Rádio Justiça para falar de seu livro. A obra discute o fato da religião estar perdendo espaço para a ciência no século XXI. Em breve áudio.

Rádio Justiça

radio-justica

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https://editoraperspectivablog.wordpress.com/2016/04/29/as-respostas-estao-no-subsolo/

Entrevista sobre o Livro

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