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24 quarta-feira abr 2013
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21 domingo abr 2013
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19 sexta-feira abr 2013
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Coisas da Política
Hoje às 15h02 – Atualizada hoje às 15h07
A explosão e os norte-americanos
Jornal do BrasilPaulo Rosenbaum
Eles não são tão pragmáticos, nem tão cerebrais. Não possuem o triunfalismo, nem são tão hostis quanto aparecem nos relatos estereotipais da mídia mundial. Os norte-americanos, assim como todos nós, têm os mesmos medos, as mesmas insuficiências e as mesmas capacidades dos outros. O que os diferencia, e isso não é pouco ou desprezível, é a confiança que depositam nas instituições. Elas podem passar por presidentes corruptos, ineptos, fanfarrões ou bananas, isso não os abala, pois aqui o executivo tem uma real contrapartida no legislativo e no judiciário. Não só que levam bem a sério a divisão dos poderes como a lei que os regula é estável e garantida por uma constituição enxuta e exequível. Que não se aclame isso como virtude ou defeito, mas característica, perfil, visão de mundo.
Inimigos internos ou de fora, tanto faz, a depressão residual é a mesma. Ficam todos paralisados esperando que alguém assuma o atentado. A vida segue, mas não como antes. A percepção da vulnerabilidade coletiva tem de fato um peso desproporcional. Assumindo ou não sabemos que parte do mundo obscurantista – me pergunto se é minoria — bate na palma da mão para dizer “bem feito”. Sabemos que tem gente que comemora que crianças percam a vida e adultos sejam mortos ou mutilados. São os mesmos que no escuro, em segredo, torcem pelo pior. Que enxergam equivalência entre matar deliberadamente e os erros e absurdos que as guerras apresentam. A rigor, toda guerra seria um erro se não existissem as que nos libertam dos opressores.
Não cabe analisar personalidades, cabe reagir a elas. Os que torcem pela destruição dos americanos não os compreenderam adequadamente. Não porque não tenham – como todos os estados que lutaram para se constituir como nações – manchas colossais em sua lista de desserviços prestados a outros Estados, mas porque ignoram sua fibra e preferem ignorar sua a capacidade de resistência.
Depois de 11 de setembro, não só a nação não veio abaixo, como façanhas significativas foram registradas nas áreas de solidariedade, controle da criminalidade e atendimento social. Especialmente em Nova York. Não foram poucos os relatos de diminuição dos conflitos étnicos e raciais. Veio a crise de 2008, que, aos poucos, superam e vão enxergando de novo um horizonte menos tenebroso. A desburocratização nos negócios e a facilidade com que empresas e pessoas encontram para desenvolver suas ideias nunca foi vista como ganância da burguesia — como a anacrônica esquerda latino-americana costuma decretar para quem quer se desenvolver materialmente.
Há nestas diversidades significativas (nisso são parecidos com os brasileiros) a vantagem, quase uma imposição, de respeito às diferenças. Por bem ou por mal. É necessário conviver com a pluralidade e esse exercício – nem sempre aceito por facções e gente que quer que suas regras sejam as únicas vigentes, de preferência goela abaixo dos demais – determina a sanidade e atualização da democracia.
Os eventos de Boston só mostram como estamos distantes de qualquer encerramento de ciclo. A institucionalização do terror é apenas mais um lance arriscado nas guerras diárias que temos que contabilizar todos os dias. Só significativa que mudança no comportamento dos povos poderá mudar o que nos espera logo adiante. Não que Pyongyang não represente um risco para a humanidade inteira, mas a humanidade inteira tem se submetido a ditadores explícitos e democracias cosméticas. Ambos têm em comum não declararem abertamente suas agendas.
A justiça pedida por Obama para os que perpetraram o ato durante a maratona precisa ser mais longa e funda. É apenas um começo do trabalho. As cicatrizes fazem parte do ofício de ser povo, e elas costumam demorar para secar. Talvez seja tarde demais para colocar em prática a única solução em que ninguém precisaria contar seus mortos, mesmo assim isso não significa que seja indigna dos nossos desejos. Pelo contrário, é mais provável que ela resuma a dignidade.
* Paulo Rosenbaum é médico e escritor. É autor de “A Verdade Lançada ao Solo”(Ed. Record)
link
http://www.jb.com.br/coisas-da-politica/noticias/2013/04/18/a-explosao-e-os-norte-americanos/
19 sexta-feira abr 2013
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antijudaismo, impunidade, Israel, judeus no holocausto, justiça, liberdade, revisionistas do holocausto, significado de justiça, yom hashoah
A inexistência dos outros
Dia 07 de abril é o dia escolhido para homenagear as vítimas do holocausto. Como homenagear quem perdeu a vida para o nada? O argumento de revisionistas e ditadores beócios é que o massacre sistemático contra inocentes que começou com judeus e depois se estendeu às outras minorias, é um fiapo da história se comparado com outras tragédias resultantes da interação entre os homens.
É correto afirmar que outros genocídios já foram perpetrados em larga escala: milhões de índios, armênios, curdos, bósnios e ruandeses não sobreviveram para contar suas histórias. Mas aqueles que comparam guerras regionais e sazonais que acontecem em toda parte com massacres intensivos, movidos pelo ódio aos que destoam, não sabem do que falam. O extermínio seriado de crianças foi a grande originalidade nazista. Neste sentido, ele é obra única. Nada, absolutamente nada pode ser comparado ao infanticídio que produziu 1,5 milhão de crianças anuladas para sempre.
Foi o começo do começo e o fim do fim.
A datação do mundo deveria ser zerada a partir do yom hashoah (o dia das vítimas do holocausto) não porque uma tribo poderia ter sido extinta, nem pelos milhões de inocentes descolados de suas vidas, mas pela cassação da inocência, pelo abortamento completo e absoluto que, em nossa era, construiu a impossibilidade de sonhar. A paralisia que ensurdeceu o mundo, a inércia que nos fez e continua nos fazendo cúmplices. Pela humanidade que não conseguiu contornar o inevitável. É no abismo incessante que podemos enxergar o tamanho da terra que cobriu os corpos.
Mas não podemos mais só apontar para os carrascos uniformizados. Nem mesmo pleitear heroísmo póstumo para vítimas que jamais serão identificadas, sequer saberemos como existiram ou se existiram.
A cumplicidade silenciosa durará a eternidade. A civilização adernou e não há mais luz entre os assassinados pelo mal absoluto. A ausência dos mortos de fome, sede, frio, exaustão, selvageria ou abandono é quem acusa. Ainda que não haja equivalência moral entre um infanticídio sistemático e as explosões de violência dos conflitos e guerras, a tinta de ambos tem a mesma cor. É o carbono da indecência e da auto-predação. Chegamos enfim a era em que deverá ser reconhecida retrospectivamente como aquela que enfim assumiu a ideologia: inexistência do outro. O eu aglutinou todas as formas de existir e a conjugação nas várias pessoas não faz mais sentido. Tú e vós, além de ultrapassados, não merecem estar aqui. O nós virou desacreditada utopia ou só piada de salão.
Não foram só nazistas com seus milhões de fiéis e obedientes seguidores que pariram a sombra mas um mundo sem coragem que apresentou sua estampa frágil e manipulável. O nacional socialismo alemão demonstrou, definitivamente, o valor e o imperativo ético da desobediência civil como única saída, quando a civilização encontra-se sob risco.
Se sonhar é parte vital das nossas funções orgânicas e espirituais, quem tem o direito de colocá-la sob ameaça? De costurar nossas bocas com estopa? A inexistência do outro se tornou pressuposto, mais que isso exigência, mais que isso, o único dogma que restou. Mas ele só se tornou cabível e chancelado a partir dos eventos que tiveram lugar durante os anos que em que o holocausto foi executado.
Ninguém está se referindo a um processo que teve lugar em algum ponto distante e remoto na história. Faz só 75 anos e é prova que a violência ainda que adormecida, está ativa e à espreita. O lobo do homem ainda está vivo e se oculta nas brechas. Talvez seja injustiça com os lobos (raríssimos os relatos de ataques espontâneos de lobos contra o homem), ainda que viva na natureza de todos nós a fração bélica, que não hesita em predar.
Mas o que vai além de tudo, e, talvez mesmo o que mais impressiona é a capacidade humana de ir adiante sob o trágico. Devemos homenagear as vitimas enquanto reverenciamos o tino humano para prosseguir, andando sobre ruínas, sob ossos e vagando em campos devastados.
Homenagear vítimas de violência, em qualquer tempo e local, seria substituir a culpa coletiva por capacidade de renascimento.
Paulo Rosenbaum é médico e escritor. É autor de “A Verdade Lançada” (Ed. Record)
19 sexta-feira abr 2013
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Jornal do Brasil
Quinta-feira, 18 de Abril de 2013
Coisas da Política
11/04 às 08h51 – Atualizada em 11/04 às 08h53
A inexistência dos outros
Jornal do Brasil/Paulo Rosenbaum
Dia 7 de abril é o dia escolhido para homenagear as vítimas do holocausto. Como homenagear quem perdeu a vida para o nada? O argumento de revisionistas e ditadores beócios é que o massacre sistemático contra inocentes que começou com judeus e depois se estendeu às outras minorias, é um fiapo da história se comparado com outras tragédias resultantes da interação entre os homens.
É correto afirmar que outros genocídios já foram perpetrados em larga escala: milhões de índios, armênios, curdos, bósnios e ruandeses não sobreviveram para contar suas histórias. Mas aqueles que comparam guerras regionais e sazonais que acontecem em toda parte com massacres intensivos, movidos pelo ódio aos que destoam, não sabem do que falam. O extermínio seriado de crianças foi a grande originalidade nazista. Neste sentido, ele é obra única. Nada, absolutamente nada pode ser comparado ao infanticídio que produziu 1,5 milhão de crianças anuladas para sempre.
Foi o começo do começo e o fim do fim.
A datação do mundo deveria ser zerada a partir do yom hashoah (o dia das vítimas do holocausto) não porque uma tribo poderia ter sido extinta, nem pelos milhões de inocentes descolados de suas vidas, mas pela cassação da inocência, pelo abortamento completo e absoluto que, em nossa era, construiu a impossibilidade de sonhar. A paralisia que ensurdeceu o mundo, a inércia que nos fez e continua nos fazendo cúmplices. Pela humanidade que não conseguiu contornar o inevitável. É no abismo incessante que podemos enxergar o tamanho da terra que cobriu os corpos.
Mas não podemos mais só apontar para os carrascos uniformizados. Nem mesmo pleitear heroísmo póstumo para vítimas que jamais serão identificadas, sequer saberemos como existiram ou se existiram.
A cumplicidade silenciosa durará a eternidade. A civilização adernou e não há mais luz entre os assassinados pelo mal absoluto. A ausência dos mortos de fome, sede, frio, exaustão, selvageria ou abandono é quem acusa. Ainda que não haja equivalência moral entre um infanticídio sistemático e as explosões de violência dos conflitos e guerras, a tinta de ambos tem a mesma cor. É o carbono da indecência e da auto-predação. Chegamos enfim a era em que deverá ser reconhecida retrospectivamente como aquela que enfim assumiu a ideologia: inexistência do outro. O eu aglutinou todas as formas de existir e a conjugação nas várias pessoas não faz mais sentido. Tu e vós, além de ultrapassados, não merecem estar aqui. O nós virou desacreditada utopia ou só piada de salão.
Não foram só nazistas com seus milhões de fiéis e obedientes seguidores que pariram a sombra mas um mundo sem coragem que apresentou sua estampa frágil e manipulável. O nacional socialismo alemão demonstrou, definitivamente, o valor e o imperativo ético da desobediência civil como única saída, quando a civilização encontra-se sob risco.
Se sonhar é parte vital das nossas funções orgânicas e espirituais, quem tem o direito de colocá-la sob ameaça? De costurar nossas bocas com estopa? A inexistência do outro se tornou pressuposto, mais que isso exigência, mais que isso, o único dogma que restou. Mas ele só se tornou cabível e chancelado a partir dos eventos que tiveram lugar durante os anos que em que o holocausto foi executado.
Ninguém está se referindo a um processo que teve lugar em algum ponto distante e remoto na história. Faz só 75 anos e é prova que a violência ainda que adormecida, está ativa e à espreita. O lobo do homem ainda está vivo e se oculta nas brechas. Talvez seja injustiça com os lobos (raríssimos os relatos de ataques espontâneos de lobos contra o homem), ainda que viva na natureza de todos nós a fração bélica, que não hesita em predar.
Mas o que vai além de tudo, e, talvez mesmo o que mais impressiona é a capacidade humana de ir adiante sob o trágico. Devemos homenagear as vitimas enquanto reverenciamos o tino humano para prosseguir, andando sobre ruínas, sob ossos e vagando em campos devastados.
Homenagear vítimas de violência, em qualquer tempo e local, seria substituir a culpa coletiva por capacidade de renascimento.
* Paulo Rosenbaum é médico e escritor. É autor de “A Verdade Lançada” (Ed. Record)
18 quinta-feira abr 2013
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O blog do poeta Carlos Alberto Lima Coelho publicou o artigo de Paulo Rosenbaum sobre a Páscoa. Veja:
09 terça-feira abr 2013
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Mais um post no blog “Conto de Notícia”
Que dia foi ontem?
Qualquer palavra encerra.
Encerrou os que não encontraram olhos abertos
Querem saber que dia foi ontem?
Para ler mais:
http://blogs.estadao.com.br/conto-de-noticia/
07 domingo abr 2013
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Veja novo post no blog Conto De Notícia do Estadão
Caro Rosa,
Espero que esteja bem e na santa paz. Desculpe a indelicadeza na demora em responder sua última missiva, modo de dizer, aquilo era um verdadeiro questionário! Dá tanta vontade assim de saber o que vai aqui? Estava procurando me informar melhor sobre aquela expressão que te deixou curioso no jornal, nas suas palavras “atiçado”. Você não se enganou não, era esse nome mesmo: “bônus anticrime”. Pelo que apurei é só um soldo extra para os serviços de segurança que solucionarem mais crimes.
Para ler mais
http://blogs.estadao.com.br/conto-de-noticia/
Cada notícia têm desdobramentos. Sob a forma de conto, prosa ou crônica a exploração imaginária de um fato é a proposta de “Conto de Notícia”. Via de regra, o link para a publicação que deu origem ao texto encontra-se abaixo do post.
04 quinta-feira abr 2013
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Jornal do Brasil
Quinta-feira, 4 de Abril de 2013
Rio
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Jornal do BrasilPaulo Rosenbaum
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Roga-se uma leitura atenta antes de se arriscar e tentar adivinhar a posição política deste autor. Como defesa prévia é preciso afirmar que não tenho nenhuma simpatia por nenhum dos parlamentares que ocupam cargos nas mesas diretoras. Não é aversão ao poder, mas repúdio aos conchavos. Estamos cegos para distinguir cargo de função.
Antes de analisar a gritaria geral é preciso compreender que essas disputas envolvem, não infrequentemente, negociações e concessões pouco recomendáveis, senão insuportáveis e anti republicanas. É só isso que teríamos obrigação de notar.
Mas a fulanização ou demonização (palavra que vem a calhar no caso) interessa a quem? A opinião pública é que não é, à mídia muito menos (a não ser pelo espetáculo das manchetes), e aos nobres colegas tampouco. As picuinhas periféricas, os escândalos nas margens e o varejo do mal feito, só pode interessar ao poder central.
Concedo que pareça mesmo inacreditável que justo alguém com este background presida um colegiado tão essencial e sensível para a democracia. Mas discordo de climas histéricos e enredos fascistas (com carga pseudo heroica de gente que diz combater fascistas).
No caso do presidente da comissão de direitos humanos o fato resvala no vexame e atingiu o cólume com a última novidade: direitos humanos em sessões secretas.
Entretanto é preciso que se compreenda que o sujeito X, Y, ou Z, não é origem de nada. Eles são destinos, os frutos mais bem acabados do fisiologismo que, a mando do pragmatismo utilitarista, assola a política brasileira.
Trata-se portanto de aberração calculada. Mas que não se engane, todas essas situações são produções bem cuidadas. Só que algumas delas escapam ao controle e não saem conforme planejado. Esqueçam, não há o menor incomodo ou constrangimento pelos acordos aliados e suas consequencias. Essa na verdade é a cara da frente partidária que hoje distribui as cartas do poder no Brasil. Incomodo é modo de dizer. Nada perturba o estoicismo ou o sono dos pragmáticos do planalto. Das duas uma: ou estamos todos enganados ou o golpe é tão bem aplicado que não sentimos nem quando a agulha espeta a carne.
A origem do imbloglio é a ausencia de ideias e conceitos em detrimento das instituições. As nomeações vêm sempre primeiro, antes de tudo evidenciando o desprezo pelos projetos e competências. Lá atrás isso já foi chamado de “carro na frente dos bois”. Pode-se atualizar as imagens, mas é exatamente isso o que temos.
Mesmo que se admita as conquista sociais dos últimos 12 anos, sem encaminhamentos razoáveis para os tres temas que só se costuma mencionar a cada 2 anos — educação, segurança pública e infraestrutura – não se pode afirmar que o país esteja sendo bem administrado.
O país está isso sim bem cotado no ranking como um dos sítios mais violentos do planeta. Os antropólogos dizem “cultural”, os sociólogos, “as raízes vêm das desigualdades”, e os filósofos, bem eles ainda não se pronunciaram. Muitos estão filiados ao partido e qualquer coisa que não seja ostensivo silencio, compromete.
Isso não é pranto nem quer ser um mantra das catástrofes, apenas obra da realidade. E mesmo que a repudiemos, a joguemos para baixo dos carpetes, como tem sido a praxe nos últimos quinhentos anos, ainda assim os problemas são insistentes e por isso reemergem cada vez mais sólidos.
Os direitos humanos são tributarios dos deveres republicanos e não podem pertencer à comissões, cargos ou rifas de poder. Toda concentração de poder é perversão e perversões não costumam combinar com bem estar coletivo.
* Paulo Rosenbaum é medico e escritor. É autor de “A Verdade Lançada ao Solo” (Ed. Record)
01 segunda-feira abr 2013
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