• Uma entrevista sobre Verdades e Solos
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” no Jornal da USP
  • A verdade lançada ao solo, de Paulo Rosenbaum. Rio de Janeiro: Editora Record, 2010. Por Regina Igel / University of Maryland, College Park
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” por Reuven Faingold (Estadão)
  • Escritor de deserto – Céu Subterrâneo (Estadão)
  • A inconcebível Jerusalém (Estadão)
  • O midrash brasileiro “Céu subterrâneo”[1], o sefer de “A Verdade ao Solo” e o reino das diáforas de “A Pele que nos Divide”.(Blog Estadão)

Paulo Rosenbaum

~ Escritor e Médico Writer and physician

Paulo Rosenbaum

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The West’s Unforgivable Perplexity

Destacado

The West’s Unforgivable Perplexity

(Peace is the refusal of barbarism)

No, we haven’t been begging.

We’re on our knees, but not for you.

Never before you.

From now on we chose who would force us into relegation.

We are not begging. Know why?

Inside us, there was something remarkable, an indefinable awareness.

More than that, a sharp and disparate spark.

I don’t even know if we should share it with you.

But you can visit it whenever you remember the keyword.

Keyword that never got to inhabit your mouth.

We will never beg.

Because we have an impulse that takes us far beyond reason.

Of your reason.

We don’t capitulate

We confuse ourselves with expressions that your eyes cannot access.

And for that, but not only for that, we put ourselves in front of your armored vehicles.

We face your bullets, artillery, mortars and crossfire.

There is an honor, elusive for you

Inconceivable to those around you.

She stands in stark contrast to hubris.

And if we return to life, we will dwell in it.

nothing to beg

Here is an honor that endures in the graves and in the streets

In ruins and minefields.

Eight decades ago we were buried with the rubbish of history

Submerged in the waste that Europe blew us away.

However, as the subterranean patience of the cicadas

We will reappear from time to time, like ghosts without gags.

Not to haunt you.

But to make an anthem sound

Whose frequency you do not reach.

we are not begging

Unlike your hosts, not even revenge attracts us.

There are those who reaffirm the educational power of wars

Or the importance of prudent neutrality.

We? We have already overcome this illusion.

Our union is not for the geopolitical homeland.

It was not organized by collusion, agreements or concessions.

Turns out there is one.

Only a praiseworthy fanaticism: that which you do not conceive.

The one that stuns you, the one that your logic cannot unravel.

The one that brings you vertigo, insomnia and madness.

A word that shifts the axes of constancy

That overcomes the tomorrows of old mistakes.

Such a word is spelled in the air, scratched on the slopes

Grooved in the woods, floating in the resin of the tides

Her fanatics do not fear blackmail.

we don’t beg

We knew how to circumvent the perversions of language.

We have overcome your threats to erase us from the world.

We fully understand who your allies are.

Those who benefit from Western autonomy.

Our vision is permeated with this atmosphere.

We are fast and diaphanous

Your missiles will not pursue us.

Miraculously pass through us

Since we once became vapor.

We are the residual smoke of those who lost.

There is nothing to beg.

We are ethereal, weightless and permanent.

Does our ubiquity bother you?

If you call on us, you won’t know where we are

Will we be in the whirlpool that spins you?

Are we still invisible to your binoculars?

We will certainly notice the active executioners.

And we discern the anti-value of each.

we will not bend

We know that history abruptly awakens from lethargy.

We sense the anesthesia of those who should break neutrality.

Fade hypnosis in favor of humanity.

It’s been a long time since our naivety was ripped from us

We conquered the malice of the resistance

Inside the armored basements with courage.

Inside the epiphany: self-defense is so sacred

like life itself

Many out there don’t understand what this is about.

Will never penetrate the meaning

Forget the Iron Curtain

The West’s bewilderment is the very curtain of shame

It is the temporary smoke of the rogue.

From the rain of lies that bury the civilians

As they let the ivory run

Nihil agere

we will never beg

We will leave at the right time to burst over and beyond your detours.

From now on, no path will be safe.

Another type of refinement will appear on our radar.

It captures ignominies, registers the camouflaged inertia of collaborationist pacifism

Records the noise of cluster bombs.

It photographs cowardice covered by military technicality.

Ah, you want to know which side we’re on?

Of those who never moved a millimeter from the trenches

It’s a side battle

Of the primitive against the subtle, of tyranny against justice.

From slavery to the emancipation of autocrats

Yes, it’s our duty to point fingers at criminals

Even those protected by insignia, badges and titles.

Even those we’ll never see the dark faces

no begging

There is a hidden quality in obstinacy,

She reveals herself in the determination

If necessary, against consensus,

If necessary, against common sense

often against all

Now that your pumps subtract the oxygen

Under the melancholy gaze of the common people’s exodus

Under the immoral silence of the allies

Now that the never fell apart in surprise

you know?

This missive was intended for frightened diplomats,

Now I address myself directly to the misery that is your conscience.

Peace is a quality that can only be consolidated under heat.

It is only forged in the pressure of the challenge

It is only possible under the decency of the union.

Inaction becomes impossible.

Peace is the refusal of barbarism.

brasil.estadao.com.br

The unforgivable perplexity of the West (Peace is the refusal of barbarism)

The unforgivable perplexity of the West (Peace is the refusal of barbarism) No, we do not

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Daltonismo para estrelas (blog Estadão)

04 domingo nov 2018

 

O biógrafo Peter Gay nos conta que quando o fundador da psicanálise estava para escapar dos nazistas com um salvo conduto, embarcando num trem de Viena rumo a Londres, a SS exigiu-lhe que assinasse um documento. Freud precisava atestar que havia sido “bem tratado” pela tropa de elite nazista. Sigmund impulsivamente rabiscou:

“Eu recomendo a Gestapo”.

Os recentes ataques contra judeus guardam evidente relação com o excesso de menções negativas contra Israel desrepresadas acriticamente em toda mídia mundial. É preciso denunciar que — sob o disfarce de antissionismo — o País dos hebreu virou uma metáfora obsedante para a imprensa. Aqui no Brasil, assistimos recentemente as falsas comunicações de crime como pseudo suásticas “plantadas”em corpo e paredes. Isso bastou para excitar o clima de antissemitismo latente em parte da sociedade. No dia  01/11/2018, o escritor Luis Fernando Veríssimo escreveu em sua coluna semanal do Estadão, “Os omissos”, onde lançou mão da alusão às estrelas usadas para identificar os inimigos do Estado na Alemanha nazista.

Em resposta, aquilo que poderia ter sido interpretado apenas como ironia do escritor gaúcho, a FIERJ (Federacao Israelita do Rio de Janeiro) emitiu uma nota de repúdio, choveram cartas de parentes de sobreviventes do holocausto, além de manifestações individuais acusando o artigo nas redes sociais. Todas elas mostravam indignação. Apesar de parcialmente justificáveis, não alcançaram o núcleo duro do real problema representado pelo artigo. Na carta resposta redigida por LFV, afirma que só quem não conhece sua história pessoal e de sua família poderia imaginar que o texto carregasse elementos de antissemitismo. De fato, confirmado por depoimentos de pessoas que conhecem a trajetória histórica, assim parece ser.

Destarte, o articulista fez uma analogia direta entre as opiniões do novo presidente eleito com o nazismo (ainda que, como afirmou em sua carta-resposta “não o considerar nazista”) quando o regime nacional socialista alemão levou adiante uma política implacável de perseguição aos membros do partido comunista daquele País. Assim, aparentemente, quando afirma no final do artigo, a frase estéticamente duvidosa “por lá deu certo” referindo-se à missão de limpeza étnica e ideologica do III Reich, é que ele nos introduz ao centro da polêmica.

O que de fato interessava ao partido dos trabalhadores do estado germânico desde 1933 era o extermínio de tudo que fosse dissensso, todas as formas de oposição, e a anulação do contraditório, sob a prática — legal e constitucional, referendada por juízes da Suprema Corte, através das Leis de Nuremberg — de expurgos e assassinatos. Pois ali, o daltonismo para as estrelas era oportuno. Se a perseguição às minorias fazia distinção apenas formal para a cor das estrelas “amarela para judeus, vermelha para comunistas e triangulo rosa para homosexuais”, o grande foco de eliminação sistemática para além das objeções poliíticas, era mesmo a etnia judaica. Contando com amplo esforço de marketing para forçar a identificação dos comunistas com judeus, sem esquecer do conceito ariano de “arte degenerada” que também procurava expandir a identificação dos artistas com a corrupção dos hábitos da sociedade. Apesar de tudo isso, nunca foi segredo que o foco fanático dos seguidores de Adolph estava concentrado no “Judenrein” ou “territórios livres de judeus”.

Portanto, o que afinal o citado colunista subestimou?

Acurácia e sensibilidade.

Sensibilidade quando fez associações a um tema como o holocausto, que vem sendo ostensivamente banalizado. Mastigado e colocado junto com outras mazelas do senso comum, o genocídio de seis milhões de pessoas tem aparecido aqui e ali como um conflito ideológico delimitado. A liberdade de expressão não pode prescindir do humor e da ironia e até permite que se tripudie sobre determinados episódios da história, mesmo aqueles mais terríveis. Além disso, a liberdade de um autor não deve ser colocada sob judice quando idissincrasias são atingidas. Mesmo assim, é necessário se constranger frente à dor dos demais.

Acurácia, já que não se pode desprezar o timing nem desconsiderar o contexto. Escrever é um ato político. Pois é aí que enxergo o descaso. Qualquer articulista tem como obrigação ética, se não, estética, de calibrar melhor seus alvos, especialmente em meio às várias comoções simultâneas que testemunhamos: o triste episódio do crime de ódio recém perpretado contra judeus dentro de uma sinagoga em Pittsburg — o pior da história americana — o antissemitismo jihadista em alarmante alta na Europa, as parábolas farsescas de que milicias neo-nazistas estavam na iminencia de assumir a administração do País. Ou, caso recuse a calibragem, que tal amplia-la para melhor situar e servir o leitor?

Ao insistir em afirmar aquilo que os nazistas fizeram com as minorias frizando que “por lá deu certo” o escritor descerrou um dos arquétipos de sofrimento mais impactantes da história. Se a ironia pode funcionar como denúncia, advertência e alerta, também pode insinuar um tom prescritivo: “é assim que se faz bem feito”. Às vezes, não é a leitura racional que impregna o leitor, mas a assimilação subliminar, afetiva. Foi isso que aconteceu.

O “politicamente correto” tem sido uma forma de amenizar, quiça disfarçar, a dureza nua e crua dos eventos, e, ser jocoso, é uma das formas mais refinadas de comunicação literária como Freud demonstrou acima. Contudo é recomendável cuidado com o sarcasmo ambíguo. Corre-se o desnecessário risco da ofensa. O caminho correto para a  dessensibilização não é, nunca foi, o da psicanálise selvagem. Até a libertação dos tabús, exige respeito ao sofrimento alheio.

Não é pedir muito, bastaria mais sensibilidade.

Faço votos que o colunista a recobre rapidamente, ainda em nossos dias.

https://brasil.estadao.com.br/blogs/conto-de-noticia/daltonismo-para-estrelas/

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Sofri Censura

07 sexta-feira jun 2013

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não estamos numa democracia

Sofri Censura

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Homenagem aos volumes

29 sexta-feira mar 2013

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Biblioteca Brasiliana USP, facebook, José Mindlin, livros, livros como objetos, livros digitais, poesia, política editorial, prazer da leitura, sociedade da informação, unificação do saber, virtual X real

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Jornal do Brasil
Quinta-feira, 28 de Março de 2013

Coisas da Política

Hoje às 17h09 – Atualizada hoje às 17h15

Homenagem aos volumes

Jornal do Brasil Paulo Rosenbaum*

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Homenagem aos volumes

Em nossos dias a velocidade das transformações é muito maior do que a capacidade para assimilá-las. Está criado um paradoxo. Senhor paradoxo. A revolução cibernética e a era digital estabeleceram dilemas perturbadores e sem debates satisfatórios. Ainda que os efeitos das revoluções só possam ser avaliados retrospectivamente, nada justifica o silêncio.

Ninguém faz a menor ideia de onde a cultura on line nos levará. Nem como nos sentiremos nesse novo lugar.

A sociedade da informação é só festejada – e talvez deva mesmo ser – mas é vital que alguma lucidez prevaleça sobre as sínteses fáceis.

No quesito informação, o excesso tem um efeito similar à escassez. A polissemia também enlouquece. Navegando pela net depara-se com um mar revolto e poluído por resíduos que chega a ser difícil saber o que e quanto se pode aproveitar. Não é só o bombardeio de imagens, a saturação do marketing, quantidade de terabites ou informes disponíveis que somos incapazes de processar. O problema principal é como filtrar e usar o que se colhe de uma rede não retrátil e sempre em expansão.

Seriam necessários pelo menos alguns meses, quiçá anos, para analisar a simples informação da palavra “josé” se a digitarmos para pesquisa na ferramenta do Google: 1.9000.00 que se realiza em exatos 0,29 segundos.

Se pelo menos fosse só com “josé”. Mas isso se repete indefinidamente, e a cada palavra encontramos novas abrangências e desdobramentos, as quais por sua vez se abrem em janelas infinitas em outras sequencias e aberturas, e assim em diante. A busca robótica têm o estranho poder de se inverter e se replicar à nossa revelia. A ponto de nos perguntar: quem usa quem?

Em vez de nos libertar, a infinidade abusiva de portas abertas pode funcionar como cadeira cativa para assistir nossa própria paralisia.

As palavras se transformaram em glossários e léxicos e as derivações transbordaram para muito além dos velhos dicionários e enciclopédias.

De repente, sob o espirito da unificação do saber, a linguagem encolhe ao se esparramar pelo abismo plano do ciberespaço. Região sem nenhuma fronteira ou malha de contenção.

Na pesquisa labiríntica e involuntariamente anárquica — como acaba sendo o surf digital – mobilizamos cada vez mais filtros para conseguir alguma objetividade.

Ainda assim, perdemos algo.

Pois diz-se que estamos enfrentando uma crise sem precedentes no mercado editorial e que tudo, ou quase tudo, se deve à gula avassaladora das grandes corporações sobre editoras e livrarias. Segundo outros, as brochuras estão com os dias contados e os assassinos são monitores luminosos que não fungam ou ocupam espaço. Ambas devem ser verdadeiras e ninguém duvida que já mutilou um mercado que aqui nem chegou a se desenvolver plenamente por aqui (quatro livros por ano) especialmente se nos compararmos com o restante dos leitores do mundo.

As informações que os livros trazem, suas especulações, diálogos e fruições são apenas parte do prazer e alegria de ler. Entretanto há deleites de outra natureza, sensoriais: o cheiro do papel, a textura da capa, a descida táctil até o rodapé ou a simples sensação de posse deles.

Claro que podem e devem ser digitalizados, colocados on line, vendidos para leitura em tablets e mercantilizados como chips de bolso, só não vale comparar o prazer real com o virtual. Melhor encarar que muito além do dilema – senão falso, superficial – entre o digital e o tomo em papel, está a ignorância na compreensão do que significa essa poderosa máquina de diálogos que chamamos livro.

Mas se for mesmo verdade e num destes duelos estúpidos alguém tiver que morrer, vale parafrasear José Mindlin e assumir que talvez não valha mesmo a pena viver num mundo sem livros.

*Paulo Rosenbaum é médico e escritor. É autor de A verdade lançada ao solo

http://www.jb.com.br/coisas-da-politica/noticias/2013/03/28/homenagem-aos-volumes-2/

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https://editoraperspectivablog.wordpress.com/2016/04/29/as-respostas-estao-no-subsolo/

Entrevista sobre o Livro

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