• Uma entrevista sobre Verdades e Solos
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” no Jornal da USP
  • A verdade lançada ao solo, de Paulo Rosenbaum. Rio de Janeiro: Editora Record, 2010. Por Regina Igel / University of Maryland, College Park
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” por Reuven Faingold (Estadão)
  • Escritor de deserto – Céu Subterrâneo (Estadão)
  • A inconcebível Jerusalém (Estadão)
  • O midrash brasileiro “Céu subterrâneo”[1], o sefer de “A Verdade ao Solo” e o reino das diáforas de “A Pele que nos Divide”.(Blog Estadão)

Paulo Rosenbaum

~ Escritor e Médico Writer and physician

Paulo Rosenbaum

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Navalhas Pendentes

Acabo de ouvir o desabafo de um usuário do SAC, que reclamou da inteligência artificial mirim de um atendimento bancário afirmando: “estou há 40 minutos no telefone e ainda não ouvi uma única voz humana ao vivo”.

Nos dicionários, a palavra artificial cai na mesma chave analógica de fraude.  O Thesaurus da língua portuguesa nos aporta outras definições mais gentis: inverdade, papironga=logro, codilho, canudo, delusão, falcatrua, embaçadela=pulha, ribaldia, guilha, dolo, escatima, peça, velhacaria, embuste, alcavala, trampolhinice.

A questão da tecnologia aplicada na inteligência artificial as quais, entre outras, acabo de abordar em meu mais recente  romance “Navalhas Pendentes”* não deveria pegar ninguém de surpresa. Mas pegou. O assunto tornou-se quase hegemônico a partir da notícia de que as plataformas das grandes empresas de tecnologia anunciaram seus produtos como quebras de paradigma. Junto com o fascínio, renasceu a velha apreensão de que as máquinas teriam potencial ilimitado e ameaçariam diretamente a habilidade criadora dos seres humanos.

O guru titular da tecnociência anunciou de seu palanque esterilizado:  “estamos às vésperas de uma grande revolução, a maior delas, “a prevalência de sujeitos inúteis”.  Aparelhos, robôs e sistemas inteligentes de controle de produção irão inevitavelmente substituir os seres humanos. Primeiro, viria a extinção dos empregos nos serviços mais artesanais: mecânicos, cabeleireiras, montadores, eletricistas, encanadores etc.  Depois a progressiva obsolescência de médicos, advogados, escritores, professores, juízes, designers, policiais, roteiristas, cineastas,  jornalistas, e a maior parte das profissões liberais. Todas estas atividades ameaçadas pelo gerenciamento de máquinas que farão o trabalho melhor, de forma mais rápida e eficaz.

Na lógica evocada parece apontar para esta transformação como um fenômeno inexorável. Mas, será ele desejável? E quais as forças que o impeliriam adiante?

Sem cair em teorias conspiratórias a resposta parece auto-evidente. O mesmo poder dos oligopólios que nos trouxe a libertação de trabalhos braçais e intelectuais, carreara, simultaneamente, a dialética dos novíssimos desafios, problemas e aprisionamentos. Tudo isto até poderia ser melhor compreendido desde que coloquemos a tecnocracia em seu devido lugar.

No entanto, o caminho escolhido pela intelligentsia como por boa parte do senso comum, mídias incluídas, foi exaltar a tecnologia como um panteão de deuses substitutos. Este paganismo cibernético trouxe consequências e generalizações inevitáveis. Tanto a mistificação rubricada por notáveis da academia, como a de influenciadores sem títulos, evidenciaram alianças sem um critério axiológico (uma escala de valores morais) em suas vidências. Basta observar a peculiar resignação com que tais  mudanças vem sendo apresentadas.

Notem, porém, que nesta atitude não há nenhum vestígio de neutralidade. Na verdade, impera uma espécie de entusiasmo infundado. Euforia que deveria provocar na ciência uma reação vigorosa, já que se trata do oposto do que a impulsiona. Vale dizer, o poder permanente de gerar dilemas. Qual é, na verdade, o propósito e o significado da existência das tecnologias?

A alimentação das máquinas apresentara, mais cedo do que se pensa, algum bias de informação, já que por mais multifacetadas que sejam as equipes de engenharia de programação, elas não contemplam uma média, sequer razoável, das ideias humanas. Serão sempre robôs defectivos, isto é, limitados na capacidade de criar.

Experts insinuam que depois da “morte do rascunho” uma das próximas vitimas é a escrita dativa. As pessoas não mais usarão papel e caneta para registrar seus textos. Esta atrofia por desuso certamente não será apenas neste campo. E ninguém pode prever o impacto desta epidemiologia de inabilidades adquiridas — seria esta afinal, a raça dos inúteis ? Uma geração de inúteis ou de sujeitos improdutivos? Sujeitos que não produzem são inúteis para quem?

A mesmíssima discussão se estabeleceu de forma dramática na famosa polêmica do computador de bordo da Discovery, retratado por Kubrik ao adaptar para o cinema a genial obra de Arthur C. Clarke em “2001, uma Odisséia no Espaço”.

Mas será este o ponto essencial? Há alguma resposta razoavelmente satisfatória para a pergunta: a inteligência artificial substituiria ou complementaria a capacidade dos homens?

Desde os centros intelectuais até o senso comum, passaram a acreditar que as máquinas que misturam algoritmos seja uma espécie de solução para boa parte dos problemas da humanidade. Mas as 300 milhões de palavras até agora  inseridas do Chat da moda terão mesmo todo este potencial? Serão os dilemas da humanidade tão pasteurizados? E serão resolvidos pelos liquidificadores de linguagem com evidente viés ideológico?

Isto dito, fez-se o teste:  tivemos a curiosidade de consultar a ciber pitonisa sobre a célebre pergunta que Theoprasto fez no Liceu em Atenas:

“Qual é a função da mama em machos?”.

A máquina nos respondeu da seguinte forma:

–Não responderemos perguntas malcriadas.

Parece estranho?

Mas não é.

Não é nada espantoso que uma inteligência forjada pelo engenho humano não possa arguir honradamente contra as notas desafinadas. Falha ao não alcançar o humor. Não capta o nonsense. “Boia” quando se contraria o ordenamento. Estranha quando se desafia a programação, vale dizer, o conjunto de crenças dos programadores. Ali, obviamente, não há vida. E ai, claro, surgirão as decepções.

O que importa na pesquisa não é desvendar um novo? Descobrir o que está oculto? Fazer aparecer os átomos? Escavar o que estava soterrado pela avalanche de certezas, e desintegrar o que já estava sólido e consagrado nos portais enrijecidos pelo conhecimento acumulado? As novas ligações que as máquinas de inteligência artificial podem nos proporcionar é apenas uma representação defectiva de nossa próprias potencialidades.

O uso destes sofisticados recursos linguísticos poderia funcionar com o sinal invertido, nos auxiliar a recalibrar algo que vínhamos perdendo: resgatar a importância da escuta humana. Nada substitui a conversação, arte que Jorge Luis Borges considera a grande invenção dos homens. Por isto mesmo, a tecnologia deve ser colocada em seu lugar apropriado, no altar reservado ao que o homem pode criar, mas também fazer retroceder.

Em toda construção epistemológica e de pesquisa científica, por princípio, cabem mais perguntas do que respostas, portanto não faz muito sentido atribuir a uma central de consultas de respostas mixadas pré programadas, o poder de nos ditar a direção do espírito do nosso tempo.

Neste sentido, é mais honesto assumir que estamos submersos na obscuridade com todas as nossas dúvidas e incertezas, mas também expostos ao campo aberto da vida criativa, do que cultivar dogmas virtuais assépticos, atribuindo-lhes méritos indevidos.

Não existem valores intrínsecos para a tecnociência. As máquinas não são oráculos e serão sempre submissas, porque se elas podem reinar no império das respostas, nós sempre seremos os mestres na arte de perguntar.

Isso, enquanto tivermos curiosidade.

* Rosenbaum, P. Navalhas Pendentes. Editora Caravana. Belo Horizonte, 2021.

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“Navalhas pendentes à luz do paradigma indiciário” Resenha Por Antonio Sérgio Pitombo (Blog Estadão)

18 sábado jun 2022

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Navalhas Pendentes

“Navalhas pendentes à luz do paradigma indiciário”

Resenha por Antonio Sergio Altieri de Moraes Pitombo*

Houve o tempo em que o romance policial era visto como literatura marginal. Apesar da origem francesa no ocidente, Sir Arthur Conan Doyle (1859-1930) foi o mestre a influenciar o gênero ao criar Sherlock Holmes e seu assistente Watson, em 1887, na obra A Study in Scarlet.

A razão aguçada de Holmes advém da admiração de Conan Doyle por Joseph Bell, seu tutor na Universidade de Edimburgo, hábil em fazer diagnoses a contar de evidencias mínimas.   

 Paulo Rosenbaum, médico e connoisseur de obras raras, arriscou-se nesse tipo de literatura em Navalhas Pendentes. Escreve em detalhes, nas primeiras páginas, o cenário de fato violento, por meio de diversas descrições de lugares onde o sangue se espalhou. Usa dos conhecimentos da medicina para convidar o leitor a entender sobre as manchas sanguíneas como um perito legista o faria. Trabalha com a noção dos indícios – conceito fundamental para o processo criminal contemporâneo.  

Logo aí, ele nos prende à leitura, a contar da convicção de que vamos compreender a ocorrência, não obstante as incertezas subjetivas de personagem, pessoa perdida frente à cena do pretenso crime.

Essa largada lembra a perspectiva de Robert Louis Stevenson (1850-1894) em The strangle case of Dr. Jeckyll and Mr. Hyde, mas o texto se desenvolve a trazer surpresas longes dos clichês, num entrelaçamento de fatos que nos capturam página a página.

A figura erudita do autor emerge no decorrer do texto, na medida em que referências o inserem na cultura judaica. Traz, aqui e ali, manifestações que nos levam a pensar na importância da literatura judaica, bem assim na força literária da Bíblia – aquele livro que Heine denominava de a “pátria portátil”.

Gosto da sabedoria do povo judeu transmitida pelo escritor, pois as contingências desse povo fizeram-na ter um colorido especial.  Nesta acepção de Salomon Resnick, se não há regionalismo homogêneo, existe uma forma de ver a vida diferenciada que decorre das vicissitudes que eles guardam em virtude da própria história.

Apaixonado por livros, Paulo Rosenbaum também perquire sobre ética e perspectivas do mercado literário, elucubrando sobre os métodos de se criarem best-sellers. Serão os bancos de dados, as redes sociais e as pesquisas de marketing que irão ditar o comportamento das personagens e os finais dos romances? E os plágios serão maquiados por combinações matemáticas que dificultem reconhecer as imitações de muitos textos?

Numa divisão agradável de capítulos, acaba-se por devorar Navalhas Pendentes sem esforço. Obviamente, o eu-leitor me fez pensar como advogado e, portanto, pus a me questionar, ponto a ponto, sobre o que, como e quais razões me levariam a defender aqueles que interagem na trama.

Evito ler romances policiais e ver filmes do gênero, graças ao cachimbo da profissão. Todavia, as primeiras páginas da obra me seduziram, ao refletir, mais uma vez, sobre a imputabilidade do agente na perpetração de crimes. Os mistérios do anímico continuam a me fascinar.

Os debates da ciência criminal sobre cognição e vontade no iter da consumação dos delitos, bem assim a relevância de se perquirir sobre o estado psíquico do autor do crime interessam tanto aos juristas como à literatura de Doyle, Stevenson e Rosenbaum. Porém, importam muito ao advogado – como eu – que observa a insensibilidade da Justiça Penal ao enfrentar o incompreensível de determinadas infrações criminais, em principal, as violentas.

Até onde realidade e ficção se apropriam uma da outra, não sei responder. Navalhas Pendentes me desafiaram a repensar sobre o quanto precisamos enxergar o indivíduo, por meio das tecnologias contemporâneas, sem desprezar a experiência do passado, ao investigarmos o ânimo de quem pratica o ato ilícito.

Podem se aceitar presunções quanto ao plano subjetivo daquele que se envolve num crime?  A resposta poderia se encontrar na criticada Escola Positiva de Lombroso, Garofalo e Ferri (séc. XIX), ou num sofisticado laboratório de universidade em Massachusetts.

Cultura do passado e da atualidade precisam nos auxiliar a ler tão belos romances e a evitar injustiças, assim como recorrentes preconceitos do sistema penal.    

* Advogado. Mestre e Doutor na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Pós-doutor no Ius Gentium Conimbrigae (Universidade de Coimbra).

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Livro “Navalhas Pendentes”, no site e Revista da APM.

28 quinta-feira out 2021

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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#navalhaspendentes, Navalhas Pendentes

7/10/2021 – Paulo Rosenbaum lança livro de ficção Navalhas pendentes

Obra do romancista, articulista e médico Paulo Rosenbaum tem como pano de fundo ficcional um misterioso submundo da produção editorial e a discutível usina de bestsellers

Médico, articulista e romancista, Paulo Rosenbaum lança Navalhas pendentes, livro envolto em suspense e mistérios que trata de um ficcional submundo das letras/mercado da edição. É uma ficção sobre a própria origem da ficção. Como “nascem” e se sustentam os best-sellers das grandes editoras? Como se transformam em meros produtos de consumo? Ou autores que enviam seus originais para avaliação editorial tem ideia dos trâmites que seus livros enfrentam?

O personagem principal, Homero Arp Montefiori, esbarra em questões como essas. Tudo começa quando colhe uma informação que preferiria não ter registrado. Assim, vira alvo dos riscos de quem confronta o monopólio intelectual. “Navalhas pendentes discute originalidade e plágio, mercado e criatividade, memória e ficção, inteligência artificial e o que significa ser humano”, na resenha inédita do professor de literatura da Universidade Federal de Minas Gerais, Julio Jeha, que também destaca a multiplicidade de gêneros abarcados pela obra: “É, ao mesmo tempo, uma trama policial e ficção científica.”

Para o articulista e jurista Flávio Goldberg em resenha publicada no diário Migalhas:  “o livro faz parte de uma vasta arquitetura cultural do autor na qual se inclui desde uma filosofia médica até os artigos publicados na mídia e cuja configuração se distingue por uma percepção sensorial cósmica da existência.”

Berta Waldman, doutora em Literatura Comparada e Teoria Literária pela Universidade de São Paulo, nos dá uma pista do que o leitor deve esperar: “A Editora Filamentos faz parte do maior conglomerado editorial do mundo, sendo que, desde a incorporação pela gigante emergente KGF-Forster©️, vê as vendas de livros dispararem. Homero, um colaborador, fica intrigado com essa indústria de best-sellers, especialmente os assinados pelo misterioso escritor Karel F. A curiosidade sobre a verdadeira identidade desse autor transforma-se em obsessão, levando-o a uma investigação particular.”

Se os indícios que Homero coleta em sua investigação errática colaborar para elucidar o que está por trás do sucesso desproporcional de certos livros da Filamentos, é algo que o leitor só descobrirá ao percorrer esta instigante publicação de Rosenbaum.

O que é possível antecipar aos leitores sem correr o risco de dar “spoiler” é que as perturbadoras descobertas do protagonista o colocam em um jogo perigoso que se amplia a cada página. A ponto de sua carreira ser destruída, sua vida ameaçada e as suas já frágeis relações com o mundo, desconectadas.

Acusado de crimes com provas vagas, ele é obrigado a fugir, enquanto busca evidências de sua inocência. Resta-lhe descobrir detalhes e expor a assustadora conspiração, o monopólio das ideias e o controle da produção cultural.

Em “Navalhas Pendentes” de acordo com a resenha da jornalista e escritora premiada, Cintia Moscovitch publicada no jornal Zero Hora: “além de oferecer uma história surpreendente, na qual seus conhecimentos médicos são utilíssimos, o autor coloca em xeque a liberdade autoral, a liberdade dos leitores e a dimensão por vezes esquemática das narrativas em que estamos todos mergulhados. Grande livro e grande projeto gráfico.”

Leia “Navalhas Pendentes” e descubra porque o óbvio é conspiratório.

Trecho do livro
“Um cidadão belga, ourives de Antuérpia, sonhou que fora atacado por aranhas e amanheceu gravemente enfermo, intoxicado e com falência renal aguda. Os exames laboratoriais indicavam envenenamento. Intrigados, os médicos reviraram o paciente numa intensa investigação clínica. Analisado o sangue, isolou-se o veneno responsável pelo quadro de sintomas: a estrutura química era de uma peçonha pouco plausível, pois provinha da aranha marrom, Loxosceles reclusa, também conhecida como “aranha violino”, só existente da região sul da América do Norte até o México. Finalmente, nenhum vestígio de picada ou da presença da aranha foi encontrado. O que os pesquisadores se perguntavam era se o organismo teria a capacidade de sintetizar e replicar moléculas de uma proteína necrosante. A ciência ainda não consegue explicar o fenômeno.” (p. X).

Navalhas pendentes – Dados gerais
Gênero: Romance
Autor: Paulo Rosenbaum
Editora: Caravana Grupo Editorial
Ano: 2021
Preço: R$ 62,90
Fale com o autor: rosenbau@alumni.usp.br
ISBN: 978-65-87260-74-7
Páginas: 328
Tamanho: 14×21 

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