• Uma entrevista sobre Verdades e Solos
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” no Jornal da USP
  • A verdade lançada ao solo, de Paulo Rosenbaum. Rio de Janeiro: Editora Record, 2010. Por Regina Igel / University of Maryland, College Park
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” por Reuven Faingold (Estadão)
  • Escritor de deserto – Céu Subterrâneo (Estadão)
  • A inconcebível Jerusalém (Estadão)
  • O midrash brasileiro “Céu subterrâneo”[1], o sefer de “A Verdade ao Solo” e o reino das diáforas de “A Pele que nos Divide”.(Blog Estadão)

Paulo Rosenbaum

~ Escritor e Médico Writer and physician

Paulo Rosenbaum

Arquivos de Categoria: Imprensa

Pai é Pai (Blog Estadão)

10 domingo ago 2014

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos, Imprensa

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dia dos pais, pai é pai

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Todo mundo se concentra nas mães. Ficam aflitos com o masculino em baixa. Mas pai é pai. Essa é para os que estão aí. Os pais que foram e os que estão chegando. Os que mudaram e os que migraram. Aqueles que podemos contar. Os inspiradores. Os engraçados. Os piadistas. O provedor e o bolsista. Os generosos e os malandros. Os pais intensos e os desajeitados. Os joviais e os avôs. O pai referencia e os da memória. Os afetivos e os endurecidos.  O pai professor e o pai aluno. Os pais atentos e os distraídos. Aqueles que olham nos olhos e os que choram. Os que viajam muito e trazem presentes. O rabugento, que derrete no beijo. Os comilões e os esportistas. O rápido e o artista. O durão que abraça. Os temporários, que ficam para sempre. Os pais barítonos e sopranos. O pai que não desgruda. Paizões que mimam, e os que só murmuram. O pai desconhecido e o que acabamos conhecendo. Os invisíveis, involuntários e os palpáveis. O pai que agora é filho. O pai que se despede e aquele que nunca sai das nossas vidas: todos eles.

 

 

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Blog Estadão – Estoicismo de Estado

29 terça-feira out 2013

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos, Imprensa

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estoicismo de Estado

 

Podemos ficar boquiabertos, perplexos, tanto faz. Seja o que for, o que testemunhamos nos últimos dias não é um nenhum fenômeno inédito. Estradas tomadas, reféns em massa, incêndios a esmo. Há décadas, contingenciados nas margens das grandes cidades, estão milhões de pessoas que não participam da cidadania. Não foram convidados ou não têm o desejo. Ninguém é isoladamente responsável, ainda assim a culpa é coletiva. Este estatuto de sub cidadania que o Estado e a sociedade proporcionam a importantes parcelas da população é o contexto real das eclosões violentas. A raiva e a revolta tornam-se instrumentos que se desencaminham para tumultos e vandalismo. Nota-se também que movimentos como o passe livre, o qual nitidamente teve usufruto político com o abre alas destrutivo, já não dita nem controla agenda nenhuma. Criaram a onda, sem estimar o alcance da maré. A fúria descentralizada se vira contra a própria sociedade e uma  parcela considerável de indignados com capuz outorgam-se aval para arruinar o dia e a vida de milhões. O que se espera do Estado? Tudo, menos o improviso e a leniência. Ninguém quer twitadas da presidente anunciando o horror da barbárie como se ela reinasse em nação distante. Dizem que na escola dos estóicos finge-se que nada está acontecendo. Ações condescendentes com a violência partisã, medidas pseudo-apaziguadoras e a inação, sobretudo ela,  não trazem resultados esperados e excitam a farra piromaníaca. Não só as forças de segurança devem atualizar seus comandos para fazer a justa contenção — sem excessos ou omissão  — como não é mais suportável que o ruído das fogueiras permaneça ignorado pelos políticos e por quem foi escolhido para governar. O mínimo de atitude republicana que se esperava era que, por hora, colocassem as eleições em estado de animação suspensa. Só uma coalizão de forças, suprapartidária e transgovernamental  seria decente em momento tão grave e sinistro. A única alternativa saneadora são as ações preventivas e a reintegração de todos os cidadãos. Sem a sensação de pertencimento tudo sempre parecerá hostil para estes jovens. Agora já há um morto. Sem correção, conflagrações civis tendem a ser mais volumosas, contundentes e imprevisíveis.  O pior cenário diante do sonoridade da crise é um Estado estoico. Municipal, estadual ou federal, o preço da hesitação é cumulativo. Nesta tarda anarquia que se espalha por cópia, só cabe uma previsão: desordem sem progresso.

Para comentar usar o link

http://blogs.estadao.com.br/conto-de-noticia/estoicismo-de-estado/

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Uma jornada pelo conhecimento

02 terça-feira jul 2013

Posted by Paulo Rosenbaum in Imprensa

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A Verdade Lançada ao Solo, Angelina Jolie, artigo, assessoria, assessoria de imprensa, assessoria editorial, atriz, autor, autores, editora, editoras, Entretexto, entrevista, escritor, Folha da Região, Literatura, livros, masectomia, medico, obras, paulo rosenbaum

A partir de um cenário judaico, autor coloca em perspectiva a história da relação entre o homem, a ciência e as tradições religiosas

           Sem chavões conservadores ou preceitos já estabelecidos, o livro A verdade lançada ao solo aborda temas complexos com habilidade. Para questionar o lugar do homem, Paulo Rosenbaum parte de suas raízes judaicas e concebe um romance que articula história e filosofia.
Dividido em três partes, os acontecimentos narrados se entrelaçam por uma relação contextual, que têm como pano de fundo a busca humana pelo saber. Em cada parte, que acontece em séculos e situações diferentes, o enredo é costurado sempre com o foco no papel do homem em suas relações com a cultura e valores éticos.
Na primeira parte, somos introduzidos ao rabino filósofo Zult Talb que conduzirá o leitor à imersão nos milenares costumes da tradição judaica.

“ – O Criador se recolheu (lembram-se do tzimtzum, da contração divina?) e criou espaço no universo para que pudéssemos viver. Ele se retraiu para que pudéssemos achar um pouco do caminho de volta. O que vamos usar? Ora, o que temos. E o que temos? Um mapa, o mapa de Torá. O livro de Moisés, suas leis e mitzvot. Ações, lembrem, sempre foram a base de tudo.”(Fala do rabino)

O protagonista Zult não é um sacerdote comum. Ele é a voz que insiste em preservar a essência: o homem pode voltar a ter intimidade com sua alma? Só o estudo, embora vital, talvez não seja suficiente, ensina o filósofo. É preciso experimentar.  Zult Talb calcula que, se não for possível preservar as instruções que levam à essa conexão, quem sabe envia-las ao futuro?
Na segunda parte, Rosenbaum nos apresenta os personagens Yan e Sibelius, amigos que acabam presos na neve depois de uma trágica avalanche. Sem comunicação com o mundo, e em situação de perigo, médico e paciente, respectivamente, tentam sobreviver em um abrigo precário. Ali se conhecem de fato. Diálogos sobre morte, política e o sentido da vida acontecem numa situação limite.
O personagem Yan, que reaparece na terceira e última parte, é um descendente de Zult. Psiquiatra, cético e desiludido, afastado de qualquer tradição religiosa ou espiritual, Yan é surpreendido por uma intensa experiência. Durante um plantão médico, um paciente afirma ser o portador de uma mensagem do passado, que precisa ser esclarecida. O caso é estranho e urgente, vida ou morte.
O suspense está colocado e cabe a Yan o trabalho de investigar o mistério.
A verdade lançada ao solo questiona mais que responde. É um livro singular que oferece ao leitor uma oportunidade para a descoberta de um mundo ignorado.

“Qual o significado das tradições religiosas? Como a morte, os mortos e suas memórias entram em nossas vidas? A experiência mística é um estado transmissível? O que é ser justo?”
De forma natural e com originalidade o autor mostra uma cultura em seu contexto e coloca uma ousada e radical experiência bem ao alcance do leitor.
Paulo Rosenbaum é médico, doutor em ciências (USP), poeta e escritor. Roteirista e produtor de documentários foi também editor de revistas científicas no campo da saúde. Com mais de dez livros publicados (medicina e poesia), este é seu primeiro romance.

A VERDADE LANÇADA AO SOLO
Paulo Rosenbaum
Grupo Editorial Record/Editora Record
588 páginas + 8 de encarte
Preço: R$ 69,90
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 978-85-01-09161-1

Mais informações:
Lilian Comunica – Assessoria de Imprensa
(11) 2275-6787
assessoria@liliancomunica.com.br
Curta a fan page da LC e acompanhe as novidades!
www.liliancomunica.com.br/@liliancomunica

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