• Uma entrevista sobre Verdades e Solos
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” no Jornal da USP
  • A verdade lançada ao solo, de Paulo Rosenbaum. Rio de Janeiro: Editora Record, 2010. Por Regina Igel / University of Maryland, College Park
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” por Reuven Faingold (Estadão)
  • Escritor de deserto – Céu Subterrâneo (Estadão)
  • A inconcebível Jerusalém (Estadão)
  • O midrash brasileiro “Céu subterrâneo”[1], o sefer de “A Verdade ao Solo” e o reino das diáforas de “A Pele que nos Divide”.(Blog Estadão)

Paulo Rosenbaum

~ Escritor e Médico Writer and physician

Paulo Rosenbaum

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Comentários: “Romance “A Verdade Lançada ao solo” aborda transcendência, política e religião”

15 terça-feira maio 2012

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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justiça, política, religião, transcendência

http://www.verdestrigos.org/wordpress/?p=3044

Romance de Paulo Rosenbaum aborda transcendência, política e religião

O romance “A verdade lançada ao solo” (editora Record) marca a estreia do médico Paulo Rosenbaum na ficção. Ele parte da tradição judaica para questionar o lugar do homem na Terra, aplicando judaísmo e filosofia a fatos históricos. O autor oferece uma visão construtiva em uma época em que se decretou a morte de todas as crenças. Elos inusitados e potentes metáforas desequilibram o leitor em um enredo denso, que mistura drama, aventura, religião e política. (Jornal Alef)

“Romance de Paulo Rosenbaum aborda transcendência,política e religião

Em prosa cheia de imagens originais o escritor lança seu primeiro romance, que aplica judaísmo e filosofia a fatos históricos

Quem criou o criador? Assim, instigando o leitor, começa o livro “A verdade lançada ao solo“, de Paulo Rosenbaum. O livro marca a estreia do médico na ficção, um romance de cunho ensaístico conduzido em três tempos, que parte da tradição judaica para questionar o lugar do homem na Terra.

Em 1856, na aldeia judaica de Tisla, no interior da Polônia, Zult Talb é um rabino com dons proféticos. Ele é o ponto de partida de um itinerário que divaga pelo tempo e corre o mundo: Brasil, Alpes suíços, cidades mediterrâneas e Europa oriental.

Com perspicácia e elegância, Rosenbaum oferece ao leitor uma visão construtiva em uma época em que se decretou a morte de todas as crenças. Elos inusitados e potentes metáforas desequilibram o leitor num enredo denso, que mistura drama, aventura, religião e política” (Blog do livro)

** Paulo Rosenbaum é médico, doutor em ciências pela USP, poeta e escritor. Roteirista e produtor de documentários, atuou como editor de revistas científicas no campo da saúde. Também é pesquisador na área de clínica médica, semiologia clínica, relação médico-paciente, prevenção e promoção da saúde e pesquisa de medicamentos. Com mais de dez livros publicados nas áreas de medicina e poesia, “A verdade lançada ao solo” é seu primeiro romance.

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Imunes e Impunes: por que os reelegemos?

22 quinta-feira dez 2011

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impunidade, imunidade parlamentar, política

Imunes e impunes: por que os reelegemos?

Jornal do Brasil Paulo Rosenbaum

Se o Brasil é ainda um Estado laico e o principio de separação entre Estado e religião é operativo, qualquer análise deve passar, necessariamente, pela pergunta: no que consiste a moralidade política atual?

Diante do problema levantado por Dostoiévski, “se não há um Criador, tudo seria permitido”, uma das mais comuns argumentações é que a ética pode prescindir da metafísica. Vale dizer, pode-se ser honesto, correto e politicamente elegante, sem apostar nos valores transcendentes.

Então, qual seria o norte ético? Ouve-se que devemos ser éticos porque essa é a natureza humana. Nada mais falso. A maioria não apresenta traços de fervor altruísta inato. Diante do pleno sucesso do darwinismo social veremos que os homens não nascem com desejo de ceder a vez na fila, dividir suas fortunas, ou sacrificar-se pelos irmãos. Engana-se, rouba-se, humilha-se, tripudia-se, insulta-se e locupleta-se todos os dias. Seremos ladrões potenciais à espera de oportunidades? Talvez. Queremos ganhar a qualquer preço? Certamente. Mas há uma espécie de sistema autorregulador interno que nos auxilia, e faz com que tenhamos algum poder sobre nosso desejo de supremacia.

Renunciamos a alguns traços muito humanos para sair da barbárie e aderir ao processo civilizatório. Foi necessário domesticar o instinto predador — claro que as tradições espirituais e culturais influenciaram nesta supressão — para fazer nascer um embrião solidário, as liberdades civis, o aperfeiçoamento da democracia etc. O problema é que, abandonando o feto à própria sorte, estamos retrocedendo.

Veja-se a prerrogativa jurídica chamada de “imunidade parlamentar” e “foro privilegiado”, coisa muito nossa. Além de aberração, esse sistema foi inventado para proteger quem vai cometer falta. Legitima e institucionaliza a desigualdade entre cidadãos. Há maior demonstração de “impunidade preventiva” que essa?

Somos invadidos pela perplexidade na infindável confusão entre público e privado. É corrupção generalizada, ou aumento da transparência? Quem controla quem? Quem controlará os controladores? Como sair deste enredo vicioso, e ao mesmo tempo não cair na armadilha moralista que costuma só enxergar a falta alheia? Sim, mas é claro que a culpa nos cabe.

Não há saída a não ser reexaminar a combalida, moribunda e insepulta palavra “ética”. Segundo o dicionário, o termo deriva etimologicamente do grego ethikós, que significa “ramo do conhecimento que estuda a conduta humana, estabelecendo os conceitos do bem e do mal, numa determinada sociedade em determinada época”.

“Agora, temos o ex-novo ministro Mercadante que anunciou que “muitos morrerão pelas enchentes”Assim colocado, sabemos que Heróphilos (4 a.C) tinha respaldo para praticar vivissecções em prisioneiros, a posse de escravos foi defendida publicamente por Aristóteles. Para os legisladores da Santa Inquisição, os índios eram seres “desprovidos de alma” e as Leis de Nuremberg da Alemanha nazista — berço dos parâmetros arianos — foram obsequiosamente seguidas como norte moral pelo povo alemão. Assim a ética de cada época é de aterradora flexibilidade. Como o futuro nos julgará pelos critérios éticos adotados hoje?

para ler na na íntegra acesse http://www.jb.com.br/coisas-da-politica/noticias/2011/12/22/imunes-e-impunes-por-que-os-reelegemos/

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