• Uma entrevista sobre Verdades e Solos
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” no Jornal da USP
  • A verdade lançada ao solo, de Paulo Rosenbaum. Rio de Janeiro: Editora Record, 2010. Por Regina Igel / University of Maryland, College Park
  • Resenha de “Céu Subterrâneo” por Reuven Faingold (Estadão)
  • Escritor de deserto – Céu Subterrâneo (Estadão)
  • A inconcebível Jerusalém (Estadão)
  • O midrash brasileiro “Céu subterrâneo”[1], o sefer de “A Verdade ao Solo” e o reino das diáforas de “A Pele que nos Divide”.(Blog Estadão)

Paulo Rosenbaum

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“Sonho não interpretado” – Parte III

17 quinta-feira mar 2011

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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imanência e Transcendência, paraíso

Horizonte em Massada

A terceira e última parte do meu livro é que mais têm recebido comentários. Alguns já a chamaram de “arrebatadora” enquanto outros apenas a classificaram como bela. As críticas menos elogiosas voces podem ler em outros sites.

No entanto, como autor devo dizer que de fato ali está o aspecto libertário do livro. Libertário porque ali estão reunidos todos os elementos de uma catarse, de uma violenta e desreprimida ação.

Yan ressurge porque descobre como se restaura os valores. Liberta-se porque a matéria não é mais um problema. Com quantos paraísos se faz uma utopia? Em primeiro lugar é difícil  construir mas quase impossível destruir. A utopia é uma prova de vida, portanto vital.   

Claro que uma obra aberta pode não ser o que há de mais fácil para os leitores. Mas a recompensa é outra. Mesmo assim o escritor fica sempre em dúvida se fez o certo. Mais , se o que fez foi suficiente para que a trama estivesse dentro de um fluxo narrrativo agradável. Pode até ser difícil, mas tem que ser compreensível

O texto tem que ser apenas claro, mas ele não precisa ser, necessariamente, simples. A linguagem é o único patrimônio do autor. Se ele perder a oportunidade de ser ele mesmo, de insistir em seu registro — incluindo suas idiossincrasias e manias — perderá a originalidade autoral. Se adotar uma linguagem artificial pior, matará o texto. Sem idiossincrasias e sem originalidade será, de uma forma ou outra, pulverizado. Então quando achar que terminou uma obra não terá mais a literatura.   

A saga final do “A Verdade Lançada ao solo” é uma “viagem” onde nosso protagonista penetra no átrio de um paraíso. Onde suas preocupações e paranóias não são, pois não podem, panos de fundo de uma composição. Diante de sua saga, os outros detalhes não parecem mais fazer sentido já que ele está falando dos grandes temas humanos, como por exemplo o conflito entre imanência e transcedência.

Há alguma forma de conduzir estas forças que tendem a auto anulação para um desvio comum?

Haverá alguma voz que nos dê a sensação de que há uma resposta? Ainda que ela seja a mais inconclusiva de todas?

A terceira parte.

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