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Paulo Rosenbaum

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Paulo Rosenbaum

Arquivos da Tag: abordou a importância das mídias sociais no combate às violações de direitos humanos

Entrevista com Hillel Neuer* (Diretor executivo da UN WATCH) (Blog Estadão)

26 quinta-feira jun 2025

Posted by Paulo Rosenbaum in Artigos

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abordou a importância das mídias sociais no combate às violações de direitos humanos, é crucial que Israel conte sua história por meio de uma comunicação clara e eficaz., caracterizando-os como um massacre que expôs o ódio do grupo. Neuer também criticou a cobertura mediática que contribui para o antissemitismo e a desinformação, destacando sua velocidade e capacidade de contornar a grande mídia, diretor executivo da UN Watch, embora reconheça os perigos de desinformação. Ele analisou o impacto global dos atos terroristas do Hamas em 7 de outubro, enfatizando a necessidade de jornalistas questionarem narrativas não verificadas. Para ele, Hillel Neuer

Entrevista com Hillel Neuer* (Diretor executivo da UN WATCH)

Por

Paulo Rosenbaum (Judaísmo sem Partido)**

Jornal “O Estado de São Paulo”

Blog Conto de Notícia

Parte II

Blog-O combate às violações de direitos humanos envolve o aperfeiçoamento e a capacitação de mecanismos de controle de informações. Nesse sentido, como você avalia o papel das mídias sociais em três aspectos: velocidade com que as informações são disseminadas, qualidade das informações e combate à desinformação. E o que você sugere como abordagem para a mídia tradicional? Qual sua opinião sobre o papel das mídias sociais na denúncia de violações de direitos humanos? Você percebe que há uma falta de interesse da grande mídia em abordar o assunto?

HN- A mídia social é uma ferramenta essencial para nossa organização. Não precisamos mais depender dos guardiões da grande mídia, que é, em última análise, um pequeno grupo de pessoas, muitas das quais compartilham a mesma visão de mundo. Twitter, Instagram e YouTube nos permitiram comunicar nossa mensagem a milhões diretamente. Claro, a cobertura da grande mídia também é muito importante, pois são grandes plataformas e fornecem seriedade e legitimidade.

Ao mesmo tempo, não há dúvidas de que as mídias sociais têm perigos. No passado, havia algumas verificações antes que uma história fosse relatada em um jornal conhecido. Nas mídias sociais, qualquer um pode inventar uma história, e isso é usado efetivamente pela Rússia, China, Irã e Hamas. Precisamos estar cientes da propaganda, e há muita dela. Certifique-se de seguir e confiar apenas em pessoas ou instituições que tenham provado seu comprometimento com fatos, integridade e verdade.

Blog-Qual é a sua leitura do conflito atual desencadeado pelos atos terroristas do Hamas e como você imagina que os eventos de 7/10 impactarão o futuro não apenas no Oriente Médio, mas em todo o mundo.

O massacre de 7 de outubro mudou tudo. Não foi apenas um ataque. Foi o pior massacre de judeus desde o Holocausto — crianças, mulheres e avós que foram sequestrados, torturados, agredidos e massacrados, com comunidades inteiras destruídas.

Expôs a verdadeira face do Hamas: um grupo terrorista genocida que não quer paz, apenas a destruição de Israel. Não se tratava de fronteiras ou negociações. Tratava-se de ódio, puro e simples.

O impacto é global. Primeiro, ele destruiu ilusões. Muitos acreditavam que o Hamas poderia ser “administrado” ou “contido”. Não mais. Os israelenses agora sabem que precisam desmantelar o Hamas para sobreviver.

Segundo, forçou o mundo a escolher lados. Ou você é contra o terror, ou está dando desculpas para ele. Infelizmente, vimos universidades e até mesmo alguns oficiais da ONU justificarem ou minimizarem as atrocidades. Isso foi um colapso moral.

Terceiro, desencadeou uma onda de antissemitismo no mundo todo. Escolas, sinagogas e estudantes judeus estão sob ataque — não por algo que fizeram, mas simplesmente por serem judeus. Isso nos diz que 7 de outubro não foi apenas sobre Israel. Foi um chamado para o mundo livre.

A lição é esta: apaziguar o terror só convida mais terror. Assim como o ISIS ou a Al-Qaeda, o Hamas deve ser derrotado. Caso contrário, outros seguirão o exemplo deles.

Israel está lutando não apenas por si mesmo, mas pelos valores do mundo civilizado.

Blog -Sabemos que as manifestações antissemitas começaram a ocorrer antes mesmo da retaliação de Israel contra os terroristas em Gaza. Parece claro que ainda há antissemitismo/antisionismo estrutural nas sociedades ocidentais. Na sua opinião, como isso foi possível considerando que apenas 8 décadas se passaram desde a Shoah?

HN – É chocante, mas não surpreendente.

Mesmo antes de Israel responder ao Hamas, vimos pessoas nas ruas ocidentais celebrando o massacre. Não protestando — celebrando. Cantando “glória aos mártires” enquanto os judeus ainda enterravam seus mortos.

Como isso é possível, 80 anos depois do Holocausto? Porque as lições de “Nunca Mais” nunca foram verdadeiramente aprendidas.

Depois de 1945, o antissemitismo não desapareceu. Ele apenas mudou de forma. Hoje, odiar os judeus é frequentemente disfarçado como ódio ao estado judeu. É por isso que as pessoas cantam “do rio ao mar” — não é um chamado para a paz, é um chamado para apagar Israel.

Grande parte do problema vem de universidades, mídia e instituições internacionais. Elas promoveram uma visão de mundo em que os judeus são considerados “colonizadores” e os grupos terroristas são vistos como “resistência”. Fatos não importam — a ideologia sim.

E sejamos honestos: o antissemitismo é o ódio mais antigo do mundo. Ele se adapta. Na Idade Média, eles diziam que os judeus envenenavam os poços. Hoje, eles dizem que os judeus envenenam a política global, que o estado judeu é o maior violador dos direitos humanos do mundo, o arqui-criminoso, um estado racista. É a mesma mentira em uma nova forma.

E tudo isso contra a única democracia liberal no obscuro Oriente Médio, uma sociedade multicultural que é o único lugar na região onde milhões de árabes e muçulmanos podem realmente votar e ser eleitos em eleições livres e justas, e desfrutar de direitos humanos básicos como liberdade de expressão, reunião e religião.

O 7 de outubro não criou o antissemitismo — ele o expôs. Alto e claro.

O desafio agora é se o Ocidente terá coragem de se opor a isso.

Blog – Há uma atitude sistemática de grande parte da mídia que vem afetando diretamente os judeus ao redor do mundo. Cito a cobertura escandalosa da BBC e outros veículos de mídia internacionais comprando a versão dos eventos do Hamas, que culpou fraudulentamente o país pelo ataque ao hospital Shifa de Gaza quando foi resultado de um míssil errático disparado pela jihad islâmica. Multidões contra judeus no Daguestão e Amsterdã. Interrupção de reuniões diplomáticas e ameaças, intimidação física e ataques violentos em universidades americanas. E contra todas as evidências demográficas, as acusações infundadas de genocídio. Como você vê o papel da mídia e da imprensa internacional em inflar as acusações contra Israel?

HN- Sim, nesse sentido pode-se dizer que a mídia tem sangue nas mãos.

Em 17 de outubro, quando um foguete atingiu o estacionamento do hospital Al-Ahli em Gaza, o Hamas correu para culpar Israel. Nenhuma evidência. Nenhuma verificação. Mas os principais veículos — BBC, New York Times, Al Jazeera — continuaram com a mentira. Assim como a Anistia Internacional. Dias depois, vimos multidões no Daguestão gritando “morte aos judeus” enquanto invadiam o aeroporto, caçando na pista passageiros israelenses cujo avião tinha acabado de pousar. Judeus foram alvos em cidades por toda a Europa e em universidades dos EUA.

A verdade real veio à tona rapidamente: era um foguete da Jihad Islâmica, disparado de dentro de Gaza. Mas o dano já estava feito. A correção nunca alcança a manchete.

Este é um padrão. Quando se trata de Israel, grande parte da mídia suspende o ceticismo. Eles tratam a propaganda terrorista como “testemunho de testemunha ocular”. Eles amplificam libelos de sangue — e então seguem em frente, enquanto os judeus pagam o preço.

E agora, alegações absurdas de “genocídio” estão sendo repetidas nas primeiras páginas e na ONU, mesmo com Israel fornecendo avisos antecipados aos civis, abrindo corredores humanitários e mantendo 59 reféns ainda detidos e torturados pelo Hamas.

Em vez de expor o terrorismo, muitos jornalistas estão lavando sua narrativa.

A imprensa deve responsabilizar os poderosos — não agir como um megafone para assassinos.

Blog – Você considera a desinformação a arma contra a qual temos menos conhecimento para nos defender no século XXI? Como podemos evitar o preconceito contra Israel e como podemos encorajar o jornalismo saudável para neutralizar campanhas de desinformação baseadas em preconceito e ideologia?

HN – Sim — a desinformação é a arma mais poderosa do século XXI. É barata, rápida e mortal. Um único tuíte de um grupo terrorista pode desencadear tumultos, mudar manchetes ou desencadear crises diplomáticas. Vimos isso depois da explosão do hospital Al-Ahli — uma falsa alegação do Hamas, e o mundo explodiu.

Mas a desinformação só funciona quando a verdade é fraca. Esse é o perigo real — não apenas a mentira, mas o silêncio que a deixa se espalhar.

Como podemos combatê-lo?

Precisamos de coragem. Jornalistas devem fazer perguntas difíceis — mesmo quando são impopulares. Quando o Hamas faz uma alegação, a imprensa deve tratá-la com o mesmo ceticismo que usaria para qualquer grupo armado. Não repeti-la como fato.

E precisamos de responsabilização. Quando veículos como a BBC ou o NYT publicam falsidades, eles devem corrigi-las claramente — não em notas de rodapé, mas com a mesma energia da história original.

Por fim, precisamos de educação. Muitos jovens hoje em dia obtêm suas notícias no TikTok ou no Instagram. É onde grande parte do preconceito anti-Israel se espalha. Precisamos ensinar pensamento crítico. Mostrar a eles como identificar propaganda. Lembre-os de que os fatos importam.

A desinformação prospera no silêncio. A verdade precisa de defensores.

Israel não é perfeito — nenhum país é. Mas merece ser julgado por fatos, não por padrões duplos ou libelos de sangue disfarçados de “ativismo”.

Blog- Você acha que uma mudança na administração dos EUA terá algum impacto positivo, negativo ou neutro no combate às violações de direitos humanos?

HN – Depende da questão — e de quem está liderando.

Um sinal encorajador é que Marco Rubio, agora servindo como Secretário de Estado, tem sido há muito tempo uma voz forte e de princípios sobre direitos humanos. Ele tem consistentemente falado contra os abusos de Cuba, Venezuela, China, Irã e Hamas. Confiamos que ele continuará a denunciar ditadores e defender dissidentes.

Dito isso, também temos preocupações. O presidente Trump elogiou Vladimir Putin, mesmo diante de graves abusos de direitos humanos. Esperamos que a administração adote uma postura mais firme sobre a Rússia daqui para frente.

No final das contas, defender os direitos humanos deve transcender a política. O que importa é se os EUA estão com os oprimidos, não com seus opressores. Estaremos observando de perto — e falando quando necessário.

Blog  – Por favor, comente sobre o papel atual da ONU, especialmente em relação ao atual conflito no Oriente Médio. Além do viés das ações de Antonio Guterres, que ambiguamente afirmou que o massacre de judeus no sul de Israel reivindicado pela organização terrorista Hamas “não aconteceu no vácuo”. E depois das várias evidências de que escolas da UNRWA, incluindo jornalistas credenciados por agências internacionais, estavam presentes no massacre do festival NOVA e mostraram algum grau de apoio às atividades terroristas que ocorreram antes e depois de 7 de outubro?

HN – As Nações Unidas se tornaram parte do problema.

Quando o Hamas realizou o pior massacre de judeus desde o Holocausto, esperávamos clareza moral. Em vez disso, o Secretário-Geral Guterres se colocou diante do mundo e disse que o massacre do Hamas “não aconteceu no vácuo”. Ele então listou supostas queixas palestinas contra Isael.

Mas se ele realmente quisesse falar sobre influências e causas, ele deveria ter reconhecido quem educou os terroristas. Ele deveria ter reconhecido que a UNRWA, sua agência em Gaza, emprega vários agentes do Hamas como professores, diretores de escolas e líderes sindicais. A UN Watch expôs centenas de funcionários da UNRWA que incitam a violência e elogiam Hitler nas mídias sociais.

Ele poderia ter nomeado Fathi Sharif, que supervisionou 2.000 professores da UNRWA no Líbano – enquanto ele também era um chefe terrorista do Hamas. Ou Suhail al-Hindi, um diretor de escola da UNRWA que também era um membro eleito do Bureau Político do Hamas. Em vez disso, Guterres não disse nada sobre como a ONU emprega conscientemente terroristas do Hamas para administrar a educação de palestinos, ensinando-os a odiar israelenses.

Pior, desde 7 de outubro, foi confirmado que pelo menos doze funcionários da UNRWA participaram diretamente do massacre — alguns no festival de música NOVA. Outros ajudaram a sequestrar reféns. Alguns celebraram online. Esses não são casos isolados. Isso é podridão sistêmica.

Durante anos, nós da UN Watch alertamos que a UNRWA estava permitindo o extremismo. Publicamos relatórios , citamos nomes e soamos o alarme. A ONU e Guterres nos ignoraram. O chefe da UNRWA, Philippe Lazzarini, nos acusou de “desinformação” e fingiu que não havia problema com terroristas administrando a educação da ONU para os moradores de Gaza. Agora o mundo vê o resultado.

Hoje, o Conselho de Direitos Humanos ainda culpa Israel enquanto permanece em silêncio sobre os crimes de guerra do Hamas. A ONU foi criada para defender a paz e a dignidade. Mas, de muitas maneiras, ela se tornou uma facilitadora do próprio ódio que deveria prevenir.

Blog- Henry Kissinger certa vez ironicamente declarou que Israel “não tinha política externa, mas apenas política interna”. Por fim, com toda sua vasta experiência, quais seriam suas sugestões para redefinir a comunicação de Israel com o mundo?

HN – A frase de Kissinger ainda dói — porque há verdade nela.

Por muito tempo, Israel se concentrou em sobreviver, não em explicar. Construiu uma das democracias mais resilientes do mundo, absorveu milhões de imigrantes, inovou em medicina, tecnologia e segurança — mas nem sempre contou sua história claramente. Isso tem que mudar.

Hoje, a informação é o campo de batalha. Mentiras se espalham em segundos. Libelos de sangue se tornam virais. E o silêncio é mortal.

Então o que Israel deveria fazer?

Primeiro, deve falar com uma só voz. Em tempos de crise, clareza e coordenação são tudo. Mensagens confusas são um presente para aqueles que desejam distorcer os fatos.

Segundo, invista em diplomacia digital. A próxima geração não lê jornais — eles rolam o TikTok. Israel precisa de vozes fluentes e confiáveis que possam alcançar públicos globais onde quer que estejam, em sua língua, com empatia e fatos.

Terceiro, eleve as histórias humanas. O mundo precisa ver não apenas políticas, mas pessoas. Quando as pessoas veem o custo humano, os corações mudam.

Quarto, empodere aliados. Muitas vezes é mais eficaz quando não israelenses falam — acadêmicos, ativistas, jornalistas, até mesmo dissidentes de países árabes ou do Irã. Suas vozes podem cortar o barulho.

E, finalmente, nunca peça desculpas por existir. A história de Israel não é apenas defensiva — é inspiradora. Um pequeno país, cercado por ameaças, prosperando em liberdade. Essa história precisa ser contada com orgulho.

No final, o objetivo não é apenas vencer discussões — é conquistar compreensão.

____________________

*A visita de Hillel Neuer  ao Brasil foi um convite da Vice Presidência do Hillel Internacional para compartilhar informações, reportar o mundo sobre o estado dos direitos humanos e alertar sobre todo tipo de fundamentalismo em comemoração dos 20 anos Hillel Rio e Kick off Hillel SP

** Registramos um agradecimento especial para Marcia Kelner Posiluk e João Erthal pela ajuda na viabilização desta entrevista

___________

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