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Há um ano testemunhei imagens de luzes oscilantes no Kotel: vamos encarar as velas de chanuka como uma resistência não a um opositor, não a um mundo perverso, não aos tiranos da vez, não às irrestíveis forças que nos pressionam ao afastamento do si mesmo. Vamos encarar a festa das luzes como um ponto onde as perspectivas se confundem com as expectativas. Sem ingenuidade, com vigor, e, principalmente com a vida entregue ao fogo sagrado: a doce imagem da imanência chamuscada com transcendência. Flambem-se!